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CULTURA

SUGESTÃO39: Fim de Ano Especial em Cunha é imperdível

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Descobrir não estarmos ficando velhos é a receita mais fácil de ser utilizada para, realmente, não nos sentirmos arcados pelo peso da idade

Aliás, minha amiga Ana Luna, vocalista do grupo Menospausa, de SP, sempre dizia ser importante “botarmos vida em nossa idade e não idade em nossa vida”…

Vai daí, vale a pena preparar um tempo de mais conforto para as alegrias plenas de saída de ano e chegada de ano.

Não tem essa de dizer que perdeu o encantamento celebrar um tempo novo e o final do tempo velho. Um só existirá se o outro deixar de existir e isso é inevitável! Cada porção de 12 meses, a contar de 01 janeiro, se transforma em história vista, vivida, contada e cantada após o 31 de dezembro da mesma porção.

Então, por isso e por tudo, não há desculpa nenhuma de você não juntar família e amigos, ou mesmo aparentemente só, pegar uma condução e subir até Cunha, a aprazível Estância Climática que tem o dom de ser criativa o tempo todo. Eita povo “bão” de criar eventos! A cidade é festa, de janeiro a dezembro.

Prova disso é o Fim de Ano Especial, idealizado para acontecer no palco de quase todos muitos eventos da simpática Cunha: a Praça da Matriz.

A Secretaria de Cultura e Turismo anuncia para as duas últimas semanas do ano, esse “Fim de Ano Especial”, embalado por música boa, de diversos estilos. Vejam:

DIA 22 DE DEZEMBRO – Valorizando as tradições e contemplando a todos quantos, de uma forma ou de outra dão sua contribuição para a música de banda existir na cidade, a União Cunhense abre a programação em grande estilo. A União é a “jóia” da cidade e tem um repertório de muito bom gosto. Metais na praça, logo de cara!

DIA 23 – A música instrumental clássica tem seu momento solene com o Quarteto Prestíssimo, formado por profissionais de altíssima competência e acurada sensibilidade musical, com passagem por formações orquestrais como o Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida, o que já é uma esplêndida referência. O público poderá apreciar peças executadas com talento e bom gosto.

DIA 28 – Experimentem juntar, no mesmo palco, 3 talentosos rapazes, cada um em sua praia de roqueiro, tocando o melhor do pop rock! Cunha vai curtir os carinhas de Lorena que juntaram baixo, batera, guitarra (e voz) para aspergirem, nos ares serranos, a musicalidade da Água de Mina, banda que faz a trilha sonora do terceiro dia de shows de final de ano.

DIA 29 – Logicamente, a nossa MPB não ficaria de fora! Ela chega com um pessoal bem animado e preparado, conhecedor dos caminhos e canções exatos para fazer Cunha cantar as mais apreciadas páginas do cancioneiro nacional. Peleco e Banda pegam estrada e aportam na Praça da Matriz no dia 29, fazendo um “pré-esquenta” para a virada de tempo em busca de tempos novos.

DIA 30 – Se por um lado a MPB foi contemplada pela organização, nada mais justo e indispensável, também, a presença de muito Samba e Pagode. Logicamente, quando os artistas são daqueles que trazem o ritmo no sangue, o público “leva” no gogó o que o cardápio do grupo apresenta. Isso vai ser comprovado com a presença do Batuke Geral, um dos bons grupos que movimentam a cena do Samba e Pagode pela Região. Com grande sucesso, necessário se faz destacar! Aí, quando 2018 já começa a juntar os panos, fazer as malas e começar as despedidas, precisa ter música boa para o “bota fora”. André Moraes soma, com o Batuke Geral, o elenco do dia 30, em Cunha. O Fim de Ano Especial vai ter, com toda certeza, o espaço nobre para a música Sertaneja. André Moraes dá conta do recado e mostra, pra todo mundo, porque é uma das gratas presenças no cenário musical escolhido.

DIA 31 – Clima de baile na Praça da Matriz! Isso mesmo, Réveillon popular, de boa qualidade, com uma consagrada banda, bastante requisitada para grandes eventos nos quais a música se faz indispensável. O Réveillon em Cunha vai ser de graça, no chamado “zero oitocentos”, “na faixa”, com a Vitrine Mais Banda Show.

O ano velho pode até não gostar muito de ir embora, mas vai ao som de boa música, a mesma que vai anunciar 2019 como o melhor ano ainda não vivido por todos os brasileiros.

De quebra

Para quem pensa que só música não enche barriga, ou para quem gosta de apreciar o que é bom, saboreando o que é bom, vai funcionar, no local do evento, uma bem montada Praça de Alimentação com a tradicional culinária cunhense. Aposto que não vai faltar por lá a porção de pinhão com linguiça calabresa e rodelas de cebola. Só para fazer água na boca.

Fim de Ano Especial? Cunha tem e garante espaço para quem quiser aproveitar.

Visite o site da Cunhatur e conheça as opções de hospedagem, alimentação e passeios. Sim, pois durante o dia Cunha continua a ser festa de quem gosta de praticar o bom exercício de comprovar seu bom gosto, apreciando natureza e o melhor do artesanato regional e, depois dos shows, descansar o descanso merecido!

Dicas: Visite o Mercado de Cunha (tem uma lojinha de muitas cachaças!); a Igreja Matriz (em fase de restauração); a Casa do Artesão (com muita coisa para presentear). No sábado, tem Roda de Viola na Praça ao lado da Igreja do Rosário.

Fim de Ano Especial. Cunha, de braços abertos para todos!

FOTOS: Divulgação.

TEXTO: Marcos Ivan, MTb36001 – Canal39.

CULTURA

TEATRO: São José dos Campos assiste estreia de “Uma História Sobre Nós”

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Peça debate as pluralidades da maternidade contemporânea. Grupo de mulheres artistas de São José dos Campos estreia peça “Uma História Sobre Nós” no Teatro Colinas no dia 23 de maio

Realizada pela Cia. de Teatro A Blau Quer Falar, a peça “Uma História sobre Nós” reflete sobre os desafios, anseios e pluralidades da maternidade. Composto por mães-artistas, ou artistas-mães, o grupo teatral aborda a partir de uma narrativa ficcional a realidade do ser mulher mãe nos dias atuais através de uma viagem histórica e contemporânea da vivência materna. A peça tem estreia no Teatro Colinas no dia 23 de maio e segue apresentações até o dia 30 de junho nos espaços CET – Centro de Estudos Teatrais, CAC Walmor Chagas e Teatro d’Aldeia, em São José dos Campos.

A partir da narrativa de um Arlechin que viaja no tempo e passa por lugares e momentos em que leis dominavam o corpo feminino, “Uma História Sobre Nós” traz diversos elementos que compõe a maternidade, como parto, aleitamento, rupturas, sexualidade, perdas e lutos.

Fotos: Divulgação

Na trama, um grupo de mulheres mães luta para recuperar o protagonismo, desafiar as convenções e corrigir os nós deste enredo histórico antiquado. A diretora Adriana Marques monta um mosaico composto pelo depoimento real das atrizes do elenco, que dão um caráter documental ao projeto, pela narrativa de cenas cotidianas e por momentos históricos, onde se revelam situações de imperialismo machista que colocaram a mulher em situação de extrema submissão.
Na produção se reúnem as atrizes Ana Claudia Prates, Daniella Peneluppi, Deborah Andrade e Marcela Puppio, que interpretam texto de Flora Gussonato, em colaboração com a Cia. de Teatro A Blau Quer Falar. Para completar a equipe repleta de força feminina estão a produtora Marcella Arnulf, a iluminadora Camila Andrade, a musicista e preparadora vocal Ligia Kamada, a cenógrafa e figurinista Letícia Regina, a técnica de som Sabrina Alvez e a preparadora corporal Giulia Scarpa. O projeto conta ainda com patrocínio da ABACE – Associação Buriti de Arte Cultura e Esporte, ONG do ator Fábio Porchat.

“O espetáculo ‘Uma História Sobre Nós’ apresenta um mosaico de cenas que nos leva a ‘tirar o véu’ da fantasia do ‘ser mãe sacralizado’, e procura mostrar uma maternidade mais consciente, em que vemos além do amor incondicional também as inseguranças, medos e dificuldades encontradas”, relata a diretora Adriana Marques.

A multiplicidade da mulher que carrega consigo ser mãe, profissional, amante, entre tantas outras “funções” é, assim, tema e gatilho para as tantas questões que o universo materno carrega em si.

Os relatos dados pela dramaturgia e pela construção do projeto abrem diálogo para as emoções conflitantes que geralmente não são vistas ou reconhecidas à parte do universo materno. “Uma História Sobre Nós” demonstra e instiga a capacidade da mulher em lidar com os diferentes caminhos e aspectos da maternidade, se multiplicando através de um palco e muitas vozes.

SERVIÇO:

23 de maio, às 20h

Teatro Colinas

Shopping Colinas

Av. São João, 2200
Jardim das Colinas, São José dos Campos

1 de junho às 21h e 2 de junho, às 20h
CET – Centro de Estudos Teatrais
Parque da Cidade Roberto Burle Marx

Av. Olivo Gomes, 100

Santana, São José dos Campos

08 e 09 de junho, às 20h
CAC Walmor Chagas

R. Netuno, 41

Jardim da Granja, São José dos Campos

29 e 30 de junho, às 20h
Teatro d’Aldeia

Av. Lisboa, 85

Jardim Augusta, São José dos Campos

Compra de ingressos: clique aqui

Redes Sociais:
Instagram
Facebook

Contato para mais informações: (12) 98135-5178

Classificação: 14 anos

Apoios: Jenipano; Cão Design!; Teatro d’Aldeia; Racco; Visão Ótica.

Patrocínio: ABACE – Associação Buriti Arte Cultura e Esporte

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Ana Claudia Prates, Daniella Peneluppi, Deborah Andrade e Marcela Puppio

Direção: Adriana Marques

Texto: Flora Gussonato, em colaboração com a Cia. de Teatro A Blau Quer Falar

Produtora: Marcella Arnulf

Criação das projeções: Clareia Filmes

Iluminadora: Camila Andrade

Técnica de som: Sabrina Alves

Preparadora vocal: Ligia Kamada

Cenógrafa e figurinista: Letícia Regina

Preparadora corporal: Giulia Scarpa

(Revoada Assessoria & Comunicação – Maiara Tissi / Christal Araújo )

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CULTURA

MÚSICA INSTRUMENTAL: Grande Banda do Sertão lança seu 1º álbum em São Luiz do Paraitinga

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Foto: Igor Escanler

Lançamento do primeiro CD da Grande Banda do Sertão – SL Paraitinga. Projeto conta com apoio do ProAC, programa da Secretaria da Cultura e Economia Criativa – Governo do Estado de São Paulo (edital 23/2018)

A Grande Banda do Sertão é uma “big band” que apresenta um repertório voltado para a música instrumental, com um grande diferencial que é a proposta de trabalhar com músicas regionais autorais e de compositores de São Luiz do Paraitinga. Dentro de uma roupagem moderna e contemporânea, com arranjos marcados por elementos que preservam a tradição, tem como diferencial o diálogo com a sonoridade da MPB atual, atingindo assim públicos das mais variadas idades e gostos musicais.

Formada por 15 instrumentistas locais que há anos participam ativamente da vida cultural da cidade; o primeiro álbum da Grande Banda do Sertão conta com apoio do ProAC, cujo projeto destaca o intuito principal em fortalecer e enriquecer a identidade cultural e musical de São Luiz do Paraitinga, além de contribuir para a construção de uma memória cultural da cidade no que tange a música popular instrumental, colaborando, inclusive, para a valorização desta importante vertente do cenário cultural local, já que a cidade mantém uma secular tradição em bandas musicais.

As apresentações de lançamento do CD “Grande Banda do Sertão” serão realizadas entre os meses de junho e julho de 2019, em seis cidades do Vale do Paraíba e Litoral Norte:

08/06, na Festa do Divino Espírito Santo, em São Luiz do Paraitinga;

22/06, em Lagoinha;

23/06, em Natividade da Serra;

28/06, no Festival de Inverno, em Cunha;

30/06, na Festa de São Pedro Pescador, em Ubatuba;

06/07, na Festa de São Pedro, em Catuçaba (Distrito de São Luiz do Paraitinga).

(Darly Gonçalves, Assessoria de Comunicação)

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CULTURA

CULTURA: 1° Campeonato de Bandas e Fanfarras de São Luiz do Paraitinga

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(divulgação)

Dia 19 de maio, domingo, a partir das 9h, no centro da cidade, a Fanfarra Monsenhor Ignácio Gioia, FAMIG, promoverá o 1° Campeonato de Bandas e Fanfarras de São Luiz do Paraitinga, durante todo o dia 19 de maio, no centro histórico da cidade. Desfilarão pelo entorno da Praça Dr. Oswaldo Cruz cerca de 20 bandas e fanfarras de diversas cidades de São Paulo e também de outros Estados, que participarão de uma acirrada competição apresentando repertórios e estilos musicais variados.

Sendo uma das fanfarras mais respeitadas e premiadas do Estado, a FAMIG conquistou, ao longo de três décadas, um enorme prestígio, inclusive, para a realização desse grande evento, que, além de ser inédito no município, foi aprovado pela Secretaria da Cultura e Economia Criativa, órgão do Governo de São Paulo, por meio do edital ProAC 23/2018 (fomento e difusão de projetos coordenados por bandas e fanfarras estaduais), e conta com apoio da Prefeitura Municipal da Estância Turística de São Luiz do Paraitinga e da Associação Comercial e Industrial da cidade. Ultrapassando o caráter competitivo, com intuito de promover uma troca de experiências, maior divulgação e aprimoramento do saber artístico, no dia anterior ao campeonato os(as) integrantes dessa fanfarra poderão participar de oficinas com profissionais de outros grupos e, em datas a definir, a FAMIG ainda fará uma pequena circulação pelo Vale do Paraíba, levando apresentações aos municípios de Lagoinha, Natividade da Serra, Tremembé e na cidade natal, São Luiz do Paraitinga, abrilhantando alguma das festividades locais.

(Divulgação)

Sobre a FAMIG

A Fanfarra Monsenhor Ignácio Gióia (FAMIG) foi fundada no dia 8 de maio de 1987 por idealização do professor José Roberto Corrêa e de Flávio Soares Ribeiro, em São Luiz do Paraitinga, e decretada Órgão de Utilidade Pública Municipal sob a Lei n° 698, de 11 de Junho de 1992. É reconhecida pelas dezenas de vitórias em campeonatos, tais como: Campeã nas cidades de Serra Azul, Ubatuba, São José dos Campos, Aparecida, Cachoeira Paulista, Caraguatatuba, Itaquera, Pindamonhangaba, Santa Cruz das Palmeiras, dentre outras; Bi-Campeã nas cidades de Guarulhos, Barra do Piraí – RJ, Monte Mor, Vila Santa Isabel, dentre outras; Tri-Campeã nas cidades de Taubaté, Itaquaquecetuba, Santa Isabel, Vila Prudente, Jacareí, Arujá, dentre outras; Penta Campeã na cidade de Francisco Morato; Enea-Campeão na cidade de Caieiras; e Tri-Campeã Brasileira. Entre inúmeras apresentações e festivais, foi prestigiada em eventos pelos Ex-Governadores do Estado Antônio Fleury Filho, Mario Covas, Alberto Goldman e Geraldo Alckimin, e pelo Ex-Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. Em 2010, teve sua sede totalmente destruída pela enchente que invadiu a cidade e causou enorme destruição, perdendo muitos instrumentos e uniformes, mas hoje, felizmente, encontra-se reestabelecida. E, além desse histórico triunfante, a FAMIG também presta um importante serviço para a comunidade local, pois, há anos, oferece aulas de teoria e prática musical, gratuitamente, a crianças, jovens e adultos luizenses.

(Texto de Darly Gonçalves)

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