Conecte-se agora
acesse distrito

CULTURA

QUALIDADE DE VIDA: Dançar para não dançar – contém vídeo

Publicado

em

Alegrando o corpo, ativando a mente e queimando calorias com Lindy Hop no Azukar.

A necessidade atual da maior parte das pessoas é simplesmente estar de bem com a vida

O surgimento de novas tecnologias as quais, aparentemente, facilitam a vida, promove – no geral – um comodismo capaz de minimizar as ações voluntárias de cada ser humano.

Daí, homens e mulheres, de qualquer idade, envolvidos com a tecnologia dos controles remotos, dos iphones de penúltima geração (sim, pois os de última geração estão, ainda, em gestação, nas mentes de seus criadores) e, por isso, reduzem seus momentos de exercício físico.

O exercício físico é fundamental para o ser humano estar de bem com a vida.

Cada vez mais os elevadores e escadas rolantes estão diante dos olhos de cada pessoa. No trabalho, na escola, no lazer, nas residências, seja onde for, lá está a tecnologia sorrindo para lhe oferecer conforto. Poderia ser confronto, haja vista essa situação estabelecer íntima relação das pessoas com a estagnação do físico e da mente.

Felizmente, com o devido respeito à tecnologia, existem ferramentas altamente acessíveis, viáveis, indispensáveis, notáveis mesmo, capazes de “darem o troco” ao comodismo, à vida sedentária, com elevadas doses de alegria, colorido, emoção positiva, desencadeando a adrenalina gostosa de se sentir o corpo existir em cada um e cada um habitar, efetivamente, esse corpo.

Com a magnífica vantagem de contribuir para com a queima de calorias, essas danadinhas que sempre provocam algum tipo de dobra nas curvas onde deveriam só existir curvas femininas ou, ainda, ampliando a curvatura das barrigas masculinas.

Outra vantagem: os reflexos se recuperam, os olhos ficam mais espertos, os movimentos mais elegantes e até o sistema respiratório fica agradecido por conta dos benefícios da ginástica aeróbica. O coração pula de satisfação, também.

Isso, sem levarmos em consideração a formação de novos laços de amizade.

Estamos falando de dança!

César Munhoz (Acervo Pessoal)

Dança bem dosada, planejada, coreograficamente elaborada para cada perfil de pessoa, focando – essencialmente – seu bem estar para estar de bem com a vida.

Como ninguém nasce sabendo e quem sabe é porque teve algum tipo de referência anterior, destacamos a referência do Azukar Studio de Dança em oferecer para o público de São José dos Campos e Região, um espetacular e movimentado Work Shop de Lindy Hop. O primeiro módulo já aconteceu no sábado, 05, mas isso não impede a participação de novos alunos nos módulos 2 e 3, programados para 11 e 18 de maio, a partir das 19:30.

O professor César Munhoz, especialista “no riscado”, tem toda a didática e alegria em transmitir as técnicas e passos dessa modalidade de dança e estará, no Azukar, pronto para fazer muita gente dançar sorrindo, sorrir dançando, ao som de músicas as quais, por si só, não deixam ninguém ficar só olhando, braços cruzados

Veja o vídeo. Se quiser, pode começar a ensaiar os passos dessa dança…

(Texto: Marcos Ivan, MTb 36001 – Canal39)

SERVIÇO:

LINDY HOP – Work Shop em São José dos Campos

Local – Azukar Studio de Dança

Data – 11 e 18 de maio, a partir da 19:30

Informações e inscrições:

O que é Lindy Hop, afinal?

A Wikipédia explica: “Lindy Hop é uma dança que surgiu entre 1920 e 1930, no Harlem em New York, como uma mistura de outras danças: o Breakaway, o Charleston e o sapateado. Ele é dançado ao som principalmente de swing das Big Bands.

O nome “Lindy hop” surgiu do primeiro vôo solo cruzando o Oceano Atlântico, realizado em 1927 por Charles Lindbergh. O feito teve tanto êxito e repercussão que Lindbergh tornou-se imediatamente herói nacional. Devido à coincidência com o surgimento dos primeiros movimentos da crazy dance, esta foi batizada de lindy (de Lindbergh) e hop (salto, pulo). E foi do lindy hop, de sua enorme riqueza coreográfica, de seus loucos passos aéreos e solos que, mais tarde, a partir dos anos 50, surgiram os mais diferentes estilos de rock and roll e swing dances, como o jive, o rock acrobático e outras variações.[1]Suas origens e vertentes englobam o jazz dance.

Lindy hop é o ritmo que originou as swing dances. É a famosa crazy dance dos anos 30, nascida no Harlem, o mais conhecido bairro negro de Nova York, mais precisamente no Savoy Ballroom, um dos mais famosos salões de baile do mundo.

Após os anos 20, totalmente marcados pelo Charleston, a década de 30 e suas Big Bands consagraram o Swing como um dos ritmos mais fortes e dançantes do século e o Lindy hop como uma das mais fantásticas formas de se dançar já criadas.

O fato é comprovado pela sua sobrevivência, pois é dançado em nossos dias tal como era originalmente. Há organizações que o preservam em diferentes programações, festivais e concursos”.

Jornalista, Publicitário, Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de Taubaté. Radialista com passagens pelas emissoras Globo e Capital 1040-AM de São Paulo, TV Setorial (Pindamonhangaba), Rede Difusora de Rádio, Rede Bandeirantes de Rádio. Escritor, autor de "Mergulho, uma proposta de ajuda" (Editora Ave Maria-SP) Produtor artístico, coordenador de eventos. Diretor proprietário da empresa Marcos Ivan de Carvalho ME Diretor do site www.canal39.com.br e da web radio www.radiocanal39.online

Continue Lendo
2 Comentários

2 Comments

  1. Cesar Munhoz

    9 de maio de 2018 em 13:21

    Marcos, parabéns pela matéria e muito obrigado pela divulgação!

  2. Maria do Carmo Antunes Lacaz

    9 de maio de 2018 em 14:00

    Boa tarde!!!
    Nossa o lindy em SJC?
    Já chegaram no Vale do Paraíba!!
    Logo ,logo em outras cidades do Vale

    Muito boa a matéria!!
    Canal 39 sempre atentos

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

CULTURA

CULTURA: Encontro reúne grupos de Canto Coral em Aparecida

Publicado

em

Foto: Ivan Simas

Participantes terão palestra sobre cuidados com a saúde vocal (Por Matheus Andrade)

O Santuário Nacional sediará, no próximo sábado (21), o primeiro Encontro de Corais Litúrgicos do Vale do Paraíba. O evento reunirá oito grupos de canto da região de Aparecida e pretende ser um ambiente de interação e estudo da vocalidade na música sacra.

Com início previsto para as 19h, os coralistas participarão de uma palestra com a fonoaudióloga Karla Pollielo, acompanharão a apresentação do Coral do PEMSA – Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida- e em seguida cada grupo executará duas músicas litúrgicas.

A escolha por uma profissional da saúde vocal para aprofundar a compreensão das melhores técnicas no canto foi feita para destacar a necessidade de atenção com a voz que cada membro de coral deve ter, explica Aquillis Skupien Monteiro, maestro do Coral do Santuário Nacional .  “É muito importante que os cantores tenham respaldo fisiológico para compreender a voz enquanto instrumento e os cuidados necessários para manter a saúde vocal do aparelho fonador.”

Além de Aparecida, as cidades de São José dos Campos, Lorena, Caraguatatuba, Guaratinguetá e Cachoeira Paulista serão representadas por corais no Encontro, que acontece no Auditório Padre Noé Sotillo, no subsolo da Basílica. Nesta primeira edição, a participação foi direcionada por convite a grupos que já mantinham algum relacionamento com o Santuário Nacional.

O Coral do Santuário Nacional, frequentemente procurado por outros grupos par a obtenção de melhores práticas nas suas atividades e acesso às partituras utilizadas, conta atualmente com 35 pessoas. Os ensaios acontecem nas noites de terças e quintas-feiras e a participação nas celebrações na Basílica de Nossa Senhora Aparecida acontece todos os domingos.

O Maestro Aquillis ainda destaca a importância do Canto Coral na Liturgia da Igreja Católica. “O coral tem o papel de auxiliar na evangelização, somos uma ferramenta de Deus. Por esse motivo, temos que nos preocupar com o repertório e também com o som que emitimos. Um coral desafinado ou que canta literalmente no ‘grito’, pode ser muito danoso, pois incomoda os ouvidos e prejudica a celebração. Um coral polifônico deve se preocupar e muito com sua qualidade vocal e sonora, cantar harmonicamente, em consonância, sempre parecendo que todos são ‘um’.”

Continue Lendo

CULTURA

CULTURA: Festivale SJC aceita inscrições até 29 de julho

Publicado

em

Cena de espetáculo apresentado no festival do ano passado, no Centro de Estudos Teatrais (CET) - Foto: FCCR - Foto: PMSJC

(por Avelino Israel / Fundação Cultural Cassiano Ricardo)

A Fundação Cultural está com inscrições abertas para o 33º Festivale, que será realizado de 30 de agosto a 9 de setembro, com o tema ‘inquietações cênicas’. Os interessados podem se inscrever até as 23h59 do dia 29 de julho, por meio de ficha eletrônica disponível no site da instituição.

O edital com todos os detalhes também está disponível no site da Fundação Cultural.

Podem se inscrever grupos de teatro de todo o Brasil, com qualquer espetáculo destinado ao teatro convencional, espaços alternativos, de rua e com temática destinada ao público adulto e infantil.

Também podem ser inscritos espetáculos de bonecos, animação, circo, performance e intervenção, garantindo acessibilidade à diversidade de expressões e linguagens.

Dos espetáculos inscritos que atenderem as exigências do edital, a Fundação Cultural selecionará 18 para participarem do festival, sendo até 4 de São José, até 10 de demais cidades do Estado de São Paulo e até 4 de outros estados brasileiros.

O resultado da seleção será divulgado no dia 3 de agosto pelo site da instituição. Dúvidas e informações podem ser obtidas pelo e-mail festivale2018@fccr.sp.gov.br

Curadores e tema

O festival deste ano tem como curadores Atul Trivedi (ator e diretor), Rodrigo Morais Leite (mestre e doutor em artes cênicas) e Fabiana Monsalú (atriz, diretora e mestre em teoria e prática do teatro).

Segundo explicou Rodrigo Leite, o tema deste ano procura conectar-se com uma teatralidade que se preocupa com o debate de diversos assuntos sociais, como o feminismo, a tolerância religiosa e a luta pela igualdade racial no Brasil”.

“A edição deste ano do Festivale não destaca apenas as muitas temáticas que o teatro pode abordar – como política, racismo, homofobia, entre outros –, mas procura renovar, nos próprios artistas, a forma de se fazer teatro, trazendo inovação para a arte.

E arte vem das inquietações das pessoas. Arte é para se expressar”, enfatizou Atul Trivedi.

Valorizar a cultura

O Festivale chega à sua 33ª edição reforçando o objetivo de valorizar a cultura, as artes cênicas e, especificamente, o teatro. Desta forma, a Fundação Cultural, por meio da Diretoria de Cultura e Patrimônio, entende que está contribuindo para o fortalecimento da criação, da produção artística e a integração entre os grupos teatrais.

Além das apresentações dos grupos selecionados, o festival também deverá ter a participação de grupos convidados e a realização de palestras, workshops, oficinas, intervenções e criações. A programação, com todas as atividades, horários e locais de realização está sendo definida e será divulgada em breve.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana

3924-7300

FONTE: SITE OFICIAL SJC

 

Continue Lendo

CULTURA

CULTURA E TURISMO: Cunha prepara mais um Festival de Música Caipira Inédita

Publicado

em

Rafael Viola e Dinelson conquistaram o título para Isa Silva com a música “Presente do meu passado”, em 2017 (Foto: Marcos Ivan, Canal39)

Uma das melhores premiações da Região e o valor do ineditismo das obras inscritas são atrativos para muitos compositores se prepararem, com afinco, objetivando marcar boa presença no Festival de Cunha.

Em 2017 “Presente do meu passado”, composição de Isa Silva (de Campos do Jordão), defendida pela dupla Rafael Viola & Dinelson , venceu a edição de nº 5 do Festival de Música Caipira Inédita de Cunha.

Detalhe – Para 2018, com a sexta edição, os organizadores já definiram a data de realização e abrem a possibilidade de participação para compositores a partir dos 12 anos de idade, desde que estejam em conformidade com os itens regulamentares a serem divulgados brevemente.

O Festival de Música Caipira Inédita de Cunha é um dos mais importantes na Região, haja vista o rigor do júri de avaliação das obras inscritas, destacando-se item eliminatório a constatação de plágio, bem como o júri de seleção e classificação, formado por reconhecidos especialistas.

Como é possível perceber, trata-se de um festival que busca divulgar a criatividade dos compositores brasileiros, haja vista ser um evento de caráter nacional.

Os participantes poderão utilizar violão, viola e sanfona, sem demais recursos de tecnologia como playback ou outros instrumentos, quaisquer que sejam.

A premiação, uma das melhores, sempre contempla os dez primeiros classificados, com troféus do 10º ao 6º e prêmios em espécie, além de troféus, do 5º ao 1º colocado.

A realização do Festival é da Associação Viola Caipira em parceria com a Prefeitura da Estância Climática de Cunha; correalização da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

A produção do evento é da APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte, contando com o apoio da CUNHATUR, Empresários do Turismo em Cunha, Rádio Serrana FM, Fernanda Design e Mix Canal39 (web site e rádio web).

Serviço:

6º Festival de Música Caipira Inédita da Estância Climática de Cunha

Dias 15, 16 e 17 de novembro de 2018

Local: Praça da Matriz, grátis.

Inscrições e regulamento: a serem divulgados nos próximos dias.

Informações aos interessados em participar: Maria Cristina Paniza – (12) 99723-9960

Clique aqui para ver Rafael Viola e Dinelson na final de 2017

…………………………………………

MIX39 – Assessoria de Imprensa / (12) 99131-9548 – redator.chefe@canal39.com.br

Continue Lendo

Em Alta

Hospedado por ServerPro