Conecte-se agora
acesse bibi

SR-S.J.CAMPOS

EMPREGO: SJC abre concurso para Guarda Civil Municipal

Publicado

em

Foto: Charles de Moura, PMSJC

A Prefeitura de São José dos Campos abriu na segunda-feira (26), as inscrições para o concurso público para a contratação de 50 guardas para a Guarda Civil Municipal (GCM). As inscrições deverão ser feitas no site da Vunesp (www.vunesp.com.br) até o dia 29 de março. A taxa de inscrição é de R$ 68,50.

O concurso está dividido em três etapas –prova objetiva nas áreas de língua portuguesa, matemática, atualidades, noções de informática e conhecimentos específicos, além da física  e avaliação psicológica. Veja a íntegra do edital site da instituição.

Segundo o edital, o concurso destina-se para a contratação de Guarda Civil Municipal 2ª Classe, com vencimento de R$ 1.591,86, para 44 horas de jornada semanal de trabalho, com vale-refeição e vale-transporte, além da possibilidade de trabalhar em escalas de revezamento e plantões, em conformidade com a Lei Complementar nº 359, de 2008.

Além do salário-base, o servidor recebe mais o adicional de risco de vida, além do Regime Especial de Trabalho de Guarda, que totaliza em R$ 3.183,72 os vencimentos.

A prova objetiva será aplicada no dia 6 de maio, às 9h. O gabarito será liberado pela fundação no dia 8 de maio e poderá ser acessado no site da Vunesp. A convocação para a prova de aferição de altura e aptidão física será divulgada após o resultado da primeira fase.

A abertura para novas contratações integra o conjunto de melhorias para a corporação. Atualmente, a GCM conta 284 guardas, divididos no operacional e administrativo. Com o concurso, o município vai ampliar o número de agentes nas ruas e próprios públicos.

História

Criada pela lei municipal 3.298, de 1988, a GCM chega ao trigésimo ano como uma nova forma de atuação, um jeito moderno de se relacionar com a comunidade, tornando-se uma instituição modelo para a RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte) e outras cidades do Estado.

Após três décadas, a Guarda entra numa nova fase: próxima das forças de segurança e das polícias Militar e Civil, compartilhando recursos, cuidando cada vez mais do patrimônio público e contribuindo com a segurança da população.

Em cerimônia especial em comemoração aos 30 anos em janeiro, a Prefeitura anunciou a mudança da sede da corporação. O novo espaço, em prédio público, será totalmente reformado, adaptado e equipado para comportar salas para treinamentos e cursos, academia de musculação, tatame, vestiários, além de um estande virtual de tiros.

(Fonte: Site oficial de SJC / Foto: Charles de Moura PMSJC)

Jornalista, Publicitário, Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de Taubaté. Radialista com passagens pelas emissoras Globo e Capital 1040-AM de São Paulo, TV Setorial (Pindamonhangaba), Rede Difusora de Rádio, Rede Bandeirantes de Rádio. Escritor, autor de "Mergulho, uma proposta de ajuda" (Editora Ave Maria-SP) Produtor artístico, coordenador de eventos. Diretor proprietário da empresa Marcos Ivan de Carvalho ME Diretor do site www.canal39.com.br e da web radio www.radiocanal39.online

CULTURA

CULTURA: Museu Municipal de SJC é novo espaço público para as artes

Publicado

em

Cerca de 350 pessoas acompanharam a abertura e visitaram a exposição (Foto: Paulo Amaral, FCCR)

Com a abertura da exposição de longa duração ‘Arte Viva’, ocorrida na noite da última terça-feira (15), o Museu Municipal de São José dos Campos, sob gestão da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, passou a ser, de fato, um novo espaço público do município destinado às exposições artísticas e atividades voltadas à arte. Cerca de 350 pessoas, entre artistas, representantes de instituições culturais e autoridades acompanharam a abertura e visitaram a exposição.

(Foto: Paulo Amaral, FCCR)

A mostra reúne cerca de 70 trabalhos, a maioria da década de 1960, do próprio acervo do museu e de coleções particulares. Em especial, do período da Escola de Belas Artes e do Ateliê Livre de Pintura, duas iniciativas que marcaram a história da arte no município. São pinturas, desenhos e escultura de 41 artistas, além de desenhos, esboços originais, documentos, jornais, catálogos, convites e recibos de premiações.

Entre os artistas que têm seus trabalhos expostos estão Tatiana Blass, Tereza Nazar, Mônica Nador, Régis Machado, Maria Bonomi, Alex Flemming, Maria Aparecida Ferigoli, Iracy Puccini, Tuneu, Edith Reinhart, Décio Soncini, Johann Gutlich, Nelson Quaresma, Luigi Zanotto, Claudionor Itacarambi, Luiz Irene Galvão, Sósthenes, Swoboda e outros.

A exposição também faz uma homenagem aos dois principais responsáveis por este momento artístico vivido em São José, os artistas plásticos Johann Gütlich, professor gestor da Escola de Belas Artes e reconhecido internacionalmente, e Estevão Nador, coordenador do Ateliê Livre de Pintura e adepto ao movimento concretista.

Resgate histórico

Para o artista plástico Marcos Ramis, de São José dos Campos, ter um espaço como o Museu Municipal é muito importante para a classe artística joseense. “A cidade merecia um espaço específico para a arte”. Sobre a exposição, Marcos ressaltou que, além da beleza das obras, “a exposição conseguiu mostrar um resgate histórico dos artistas e da própria cidade”.

“Tornar o Museu Municipal um espaço para atividades artísticas é essencial e significa uma mudança de paradigma do pensamento cultural da cidade, pois uma nova ressignificação para o espaço, onde já funcionou uma Câmara Municipal”, enfatizou o ator Vander Palma, do Teatro D’Aldeia. “Estou orgulhoso por termos um espaço desse na cidade e quero voltar à exposição para poder ver com calma algumas obras, que considero muito instigantes”, salientou.

A folclorista Angela Savastano, aluna da primeira turma da Escola de Belas Artes, também estava na abertura da exposição e era uma das mais entusiasmadas ao relatar fatos da época. “Johann Gütlich foi meu professor e era um profissional e uma pessoa maravilhosa e marcante. Poder ver suas obras expostas aqui é motivo de muito orgulho para todos nós”, enfatizou.

Curadoria e Expografia

A exposição ‘Arte Viva’ tem curadoria de Pitiu Bomfin e projeto expográfico de Célia Barros. “Expor o acervo de artes plásticas do Museu Municipal é um acontecimento inédito e importante. É o reconhecimento de um passado glorioso nas artes plásticas da cidade. Mostrar este acervo é resultado do trabalho de inúmeros colaboradores, mas principalmente um compromisso da Fundação Cultural em garantir o direito de acesso ao patrimônio cultural preservado”, explicou Pitiu.

O prédio onde está instalado o Museu Municipal foi construído entre os anos de 1926 e 1927, com projeto arquitetônico do argentino Maurício Erro, e faz parte de uma lista de patrimônios culturais preservados. Para receber a atual exposição e outras mostras, o prédio passou por uma revitalização e adequações específicas. O espaço possui ainda um auditório com 120 lugares, onde serão realizados os cursos e outras atividades culturais.

Setor Educativo

A equipe do museu também foi reestruturada e hoje conta com um Setor Educativo bilíngue, preparado para receber grupos escolares. As visitas em grupos devem ser agendadas junto a este setor, pelos telefones 3921-7587 ou pelo e-mail educativomm@fccr.sp.gov.br A exposição poderá ser visitada de terça a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados das 9h às 13h, com entrada gratuita.

Museu Municipal de São José dos Campos

Praça Afonso Pena, 29 – Centro

(12) 3921-7587

(Fonte: Site oficial de SJC)

Continue Lendo

CULTURA

CULTURA: FCCR realiza IV Encontro de Capoeira de Angola em SJC

Publicado

em

(Divulgação / PMSJC)

Com apoio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, o núcleo joseense da Escola de Capoeira Angoleiros do Sertão realiza neste mês o IV Encontro de Capoeira Angola. O evento acontece na próxima sexta (18), sábado (19) e domingo (20), no Centro Cultural Clemente Gomes, e visa reunir capoeiristas do Vale do Paraíba para uma troca de experiências e valorização da cultura popular afro-brasileira.

Também estão sendo esperados para o evento mestres de outras regiões do Brasil e, particularmente, o mestre Cláudio Costa, fundador da escola, que possui outras unidades no Brasil. Para Carla Natureza, integrante da unidade joseense da escola e organizadora do evento, a expectativa é que o encontro seja produtivo, gere conhecimento e fortaleça a cultura afrodescendente na região.

Cultura na Feira

Antes do encontro, a Fundação Cultural realiza nesta quarta-feira (16) mais uma edição do Projeto Cultura na Feira, com a participação de professores e alunos da unidade joseense da Escola de Capoeira Angoleiros do Sertão. A atividade acontece a partir das 19h na feira noturna do Parque da Cidade, em Santana, e contará com a presença do mestre Cláudio Costa.

Programação

Dia 18 (sexta-feira)

17h: Recepção e inscrição dos participantes

20h: Roda de abertura com mestres convidados

Dia 19 (sábado)

8h: Café da Manhã

9h: Oficina de Capoeira Angola, com Mestre Claudio

10h30: Cortejo do Calçadão até a Praça do Sapo

11h: Roda de Capoeira Angola

13h: Intervalo para almoço

15h: Lançamento do livro ‘Nagé Capoeira e debate’, com Elza Abreu.

17h: Oficina de dança Afro, com Lisie Alves

18h: Oficina de Capoeira Angola

19h: Roda de Capoeira Angola aberta, sob a direção dos mestres convidados.

21h: Jantar

22h: Abertura da festa, com o grupo de Jongo Mistura da Raça

23h: Trio Floriô (Forró Rabecado)

0h: Samba Rural

Dia 20 (domingo)

8h: Café da manhã

9h: Alongamento, com Fabio Sadan

10h: Roda de encerramento no Parque da Cidade

13h: Almoço

Centro Cultural Clemente Gomes

Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana

(12) 3924-7300 / 7341

Continue Lendo

CULTURA

QUALIDADE DE VIDA: Dançar para não dançar – contém vídeo

Publicado

em

César Munhoz e um grupo de Lindy Hop (Foto: frame do vídeo postado nesta matéria)

Alegrando o corpo, ativando a mente e queimando calorias com Lindy Hop no Azukar.

A necessidade atual da maior parte das pessoas é simplesmente estar de bem com a vida

O surgimento de novas tecnologias as quais, aparentemente, facilitam a vida, promove – no geral – um comodismo capaz de minimizar as ações voluntárias de cada ser humano.

Daí, homens e mulheres, de qualquer idade, envolvidos com a tecnologia dos controles remotos, dos iphones de penúltima geração (sim, pois os de última geração estão, ainda, em gestação, nas mentes de seus criadores) e, por isso, reduzem seus momentos de exercício físico.

O exercício físico é fundamental para o ser humano estar de bem com a vida.

Cada vez mais os elevadores e escadas rolantes estão diante dos olhos de cada pessoa. No trabalho, na escola, no lazer, nas residências, seja onde for, lá está a tecnologia sorrindo para lhe oferecer conforto. Poderia ser confronto, haja vista essa situação estabelecer íntima relação das pessoas com a estagnação do físico e da mente.

Felizmente, com o devido respeito à tecnologia, existem ferramentas altamente acessíveis, viáveis, indispensáveis, notáveis mesmo, capazes de “darem o troco” ao comodismo, à vida sedentária, com elevadas doses de alegria, colorido, emoção positiva, desencadeando a adrenalina gostosa de se sentir o corpo existir em cada um e cada um habitar, efetivamente, esse corpo.

Com a magnífica vantagem de contribuir para com a queima de calorias, essas danadinhas que sempre provocam algum tipo de dobra nas curvas onde deveriam só existir curvas femininas ou, ainda, ampliando a curvatura das barrigas masculinas.

Outra vantagem: os reflexos se recuperam, os olhos ficam mais espertos, os movimentos mais elegantes e até o sistema respiratório fica agradecido por conta dos benefícios da ginástica aeróbica. O coração pula de satisfação, também.

Isso, sem levarmos em consideração a formação de novos laços de amizade.

Estamos falando de dança!

César Munhoz (Acervo Pessoal)

Dança bem dosada, planejada, coreograficamente elaborada para cada perfil de pessoa, focando – essencialmente – seu bem estar para estar de bem com a vida.

Como ninguém nasce sabendo e quem sabe é porque teve algum tipo de referência anterior, destacamos a referência do Azukar Studio de Dança em oferecer para o público de São José dos Campos e Região, um espetacular e movimentado Work Shop de Lindy Hop. O primeiro módulo já aconteceu no sábado, 05, mas isso não impede a participação de novos alunos nos módulos 2 e 3, programados para 11 e 18 de maio, a partir das 19:30.

O professor César Munhoz, especialista “no riscado”, tem toda a didática e alegria em transmitir as técnicas e passos dessa modalidade de dança e estará, no Azukar, pronto para fazer muita gente dançar sorrindo, sorrir dançando, ao som de músicas as quais, por si só, não deixam ninguém ficar só olhando, braços cruzados

Veja o vídeo. Se quiser, pode começar a ensaiar os passos dessa dança…

(Texto: Marcos Ivan, MTb 36001 – Canal39)

SERVIÇO:

LINDY HOP – Work Shop em São José dos Campos

Local – Azukar Studio de Dança

Data – 11 e 18 de maio, a partir da 19:30

Informações e inscrições:

O que é Lindy Hop, afinal?

A Wikipédia explica: “Lindy Hop é uma dança que surgiu entre 1920 e 1930, no Harlem em New York, como uma mistura de outras danças: o Breakaway, o Charleston e o sapateado. Ele é dançado ao som principalmente de swing das Big Bands.

O nome “Lindy hop” surgiu do primeiro vôo solo cruzando o Oceano Atlântico, realizado em 1927 por Charles Lindbergh. O feito teve tanto êxito e repercussão que Lindbergh tornou-se imediatamente herói nacional. Devido à coincidência com o surgimento dos primeiros movimentos da crazy dance, esta foi batizada de lindy (de Lindbergh) e hop (salto, pulo). E foi do lindy hop, de sua enorme riqueza coreográfica, de seus loucos passos aéreos e solos que, mais tarde, a partir dos anos 50, surgiram os mais diferentes estilos de rock and roll e swing dances, como o jive, o rock acrobático e outras variações.[1]Suas origens e vertentes englobam o jazz dance.

Lindy hop é o ritmo que originou as swing dances. É a famosa crazy dance dos anos 30, nascida no Harlem, o mais conhecido bairro negro de Nova York, mais precisamente no Savoy Ballroom, um dos mais famosos salões de baile do mundo.

Após os anos 20, totalmente marcados pelo Charleston, a década de 30 e suas Big Bands consagraram o Swing como um dos ritmos mais fortes e dançantes do século e o Lindy hop como uma das mais fantásticas formas de se dançar já criadas.

O fato é comprovado pela sua sobrevivência, pois é dançado em nossos dias tal como era originalmente. Há organizações que o preservam em diferentes programações, festivais e concursos”.

Continue Lendo
Propaganda
Propaganda acesse romaria<(/a)

Em Alta

Hospedado por ServerPro