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EDITORIAL: 5ª Romaria dos Profissionais de Turismo a Aparecida.

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Dos bancos acadêmicos, da experiência profissional – ao lado de consagrados jornalistas brasileiros – e da formação familiar, não necessariamente nessa ordem, trazemos em nossa bagagem de conhecimentos e procedimentos, a prática essencial de retratarmos a realidade dos fatos e eventos aos quais buscamos dar divulgação.

Temos elevado respeito a todos quantos, de seus ideais focados na promoção da melhor qualidade de vida, tiram do papel seus planos e os colocam em prática.

Nesse comentário não queremos ferir sentimentos e, muito menos, desestimular o projeto que tem tudo e algo mais para dar certo. Porém, cumpre-nos sermos imparciais.

Das propostas anunciadas para a realização da 5ª Romaria dos Profissionais do Turismo a Aparecida, a programação contemplava dois painéis temáticos, duas dinâmicas de grupo – com indispensável apresentação das conclusões dos mesmos a respeito dos temas anunciados.

Isso não ocorreu.

A Romaria teve início com passeios externos a atrativos turísticos em cidades próximas e em Aparecida. Nossa reportagem não os cobriu e, por isso, não nos compete comentar.

A Sessão Solene, cuja locução nos comprometemos fazer, ocorreu singela, pela quantidade de participantes e total ausência de autoridades locais convidadas, segundo o coordenador do evento. Apenas ocuparam a mesa: o próprio coordenador, João Gilberto de Oliveira; Padre Léo, referencial da Pastur para a Arquidiocese de Aparecida; Alex Cardoso, secretário de Turismo de Potim e Dom Irineu Roman, Bispo de Belém do Pará e referencial da CNBB para a Pastoral do Turismo em nível de Brasil.

A grade de eventos programados para o sábado sofreu os prejuízos não naturais de intervenções convidadas, mais com características de painel de negócios do que verdadeiramente um evento focado em promover a troca de experiências, conhecimentos e percepções capazes de enriquecer a bagagem dos profissionais, vindos de diversas partes do país, lhes proporcionando referências mais amplas para o exercício da atividade.

Dom Irineu comentou, com autoridade e conhecimento, a Carta do Vaticano a respeito do Dia Mundial do Turismo, assinada pelo Cardeal Peter Turckson, Prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano. Em seu texto, o cardeal ganês aborda os efeitos da tecnologia digital na transformação do comportamento humano e como a mesma tecnologia pode ser utilizada para a evangelização e a formação espiritual das pessoas, as quais têm direito ao lazer, descanso e momentos de reflexão.

Para esse painel deveria acontecer a primeira dinâmica de grupos e a extração dos comentários, a serem apresentados por um representante de cada grupo. A discussão da mensagem do Vaticano não ocorreu.

Em vez disso, o tempo foi ocupado com apresentações de convidados, os quais falaram sobre empreendimentos comerciais e de serviços como viagens aéreas; formação de cooperativas (tudo a ver com as viagens aéreas, mas sem adequação à proposta do evento); anúncio de um empreendimento aéreo privado; apresentação da Infraero referindo o aeroporto de São José dos Campos (também tudo a ver com as viagens aéreas, mas sem adequação à proposta do evento); apresentação de empreendimento do turismo rural, também sem envolvimento com a temática, pelo menos inicial.

As apresentações desse pessoal ocuparam todo o espaço da grade programática inicial.

Após o intervalo do almoço, notamos a ausência de muitos profissionais inscritos e tivemos a informação de que os mesmos optaram em fazer visitas aos locais onde não tiveram acesso no primeiro dia da Romaria, dedicado a visitações. Com isso, a plateia profissional ficou menor, e os espaços foram ocupados por grupos de convidados chegados posteriormente.

O segundo painel temático, “Hospitalidade, Acolhimento e Evangelização do Turismo” foi – supostamente – conduzido por um escritor bacharel em Turismo, o qual falou sobre parte de sua formação acadêmica, o processo criativo de seu trabalho literário e pouco acrescentou quanto ao tema anunciado. Sob nossa visão foi mais um “merchand”.

O segundo espaço dedicado às partilhas de conhecimentos e experiências também foi dominado pelos anúncios comerciais sobre destinos do Turismo Religioso, mais lançamento de livro e apresentação de outra proposta comercial de agencia de viagens. Além disso, durante o evento, falas de representantes de Portugal e Venezuela as quais, por conta dos próprios idiomas e velocidade do tempo e, também, a pouca qualidade do som dos microfones, não conseguiram atingir os pensados resultados.

Uma anunciada “Oficina de Turismo”, a ser apresentada por profissionais de São José dos Campos e a fala de representantes do COMTUR de Cachoeira Paulista, as quais teceram breves comentários sobre os resultados da boa ação do órgão tripartite daquele novo MIT – Município de Interesse Turístico do Estado de São Paulo, também foram espremidas pelo relógio.

Convidados de São Paulo fizeram breves falas sobre a diversidade do Turismo Religioso Paulistano; a Rota da Liberdade foi apresentada, também em ritmo de corrida, o mesmo acontecendo com a “Rota do Rosário”.

Dois breves momentos dedicados à divulgação das ações de resgate e evangelização promovidas pelas unidades da Fazenda da Esperança, um dos mais tocantes atrativos da Região.

A Mesa Redonda, programada para um “fechamento” do evento, com as falas conclusivas e esclarecimento de dúvidas, contou com a participação de um jornalista, um empresário e o presidente da CNTUR. Cada um dos ocupantes da mesa, cuja mediação foi – também – de uma jornalista, teceu breves comentários a respeito dos temas (os quais não foram discutidos em grupos) e houve a interação com a plateia, para esclarecimento de dúvidas.

Após a pergunta, de um agente de viagem, interessado em saber a opinião da Mesa a respeito de se promover pacotes associando Turismo Religioso e Turismo de Lazer, Dom Irineu Roman, autoridade máxima presente, haja vista se tratar de um evento sobre Turismo e a indagação ser a respeito da segmentação religiosa, buscou complementar a resposta dos interlocutores da Mesa. Iniciou, até, sua explicação mas foi impedido de continuar, pela mediadora, a qual reivindicou para si o direito de interrompê-lo por conta do adiantado da hora. Absurdo foi a mesma ter dado a palavra, na sequência, para um dos ocupantes da Mesa Redonda.

Esse momento chocou muitos da plateia e foi possível notar o clima de constrangimento instaurado.

A partir disso, o que se observou foi o esvaziamento, aos poucos, do ambiente.

Uma profissional, Guia de Turismo, demonstrou-se visivelmente chocada com a atitude da jornalista.

A programação do dia se completou com a celebração da Santa Missa, a qual foi presidida por Dom Irineu Roman, no altar central do Santuário Nacional. Em sua homilia, o celebrante falou mais sobre a Carta do Vaticano e acolhida, hospedagem e evangelização, não coincidentemente os mesmo temas da Romaria.

Como dissemos, no início, não temos a mínima intenção de diminuir os objetivos da Romaria dos Profissionais de Turismo a Aparecida. Ficamos à vontade, entretanto, para esse nosso comentário, haja vista nossa dedicação em divulgar as edições anteriores da Romaria e termos participado – até certo ponto – das ações preparatórias dessa 5ª edição. Nos retiramos por óbvias posições profissionais.

É preciso haver uma profunda reflexão quanto aos resultados dessa edição, para não acontecer o naufrágio de um ideal. Não podemos aprovar a prática de merchandising num projeto que tem tudo, em seu briefing inicial, para ser efetivamente de utilidade para todos os profissionais de Turismo.

Os orçamentos têm de ser fechados com antecedência, orientando-se por uma referência que não fuja muito das oscilações do mercado financeiro. Os convites, com respectivos temas, devem ser definidos e tratados em conversas, com utilização da própria tecnologia de comunicação, afinando-se as falas e objetivos, determinando-se os possíveis benefícios a todos.

Todos os demais módulos merecem imediata revisão de quantidade, tempo a ser ocupado e sua contribuição para um efetivo evento de qualidade, objetividade e bons resultados. Esse é o lucro verdadeiro: a certeza de que o trem da história não venha a descarrilar, despejando fora da rota o ideal bonito de um cidadão o qual deseja dar sua contribuição para o setor do Turismo, destacadamente o Religioso.

Por acreditarmos nessa possibilidade é que nos posicionamos tranquilos quanto ao aqui posto e assinado, reafirmando nossa consideração e nosso respeito a todos quantos estiveram envolvidos como organizadores ou participantes da 5ª Romaria dos Profissionais de Turismo a Aparecida, e, ainda, destacando ser nossa contribuição de cunho positivo para a manutenção do evento.

Mudar para melhor, muitas vezes, precisa de um comentário amigo e sincero e não de pedras atiradas a êsmo.

Fraternalmente,

Marcos Ivan de Carvalho – diretor do Canal39, jornalista MTb36001.

Veja algumas fotos, clicadas por Edna Maischberger e Marcos Ivan.

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EDITORIAL: Caminhabilidade completa e reforça a Acessibilidade

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Um dos grandes temas a ser intensamente considerado, discutido e tratado com a atenção e conhecimentos necessários, não só em Pindamonhangaba, mas, também, em qualquer município onde a Gestão Pública se confirme como efetivamente comprometida com as modernas normas do ordenamento público é, sem dúvida alguma, a Caminhabilidade.

Muito se fala em Acessibilidade, contemplando-se esforços em cumprir normas estabelecidas para atendimento aos cidadãos com algum tipo de necessidade especial e sua maior e melhor inserção social.

Caminhabilidade é, no sentido amplo do termo, a condição oferecida a todos os cidadãos de um município no intuito destes poderem gozar de conforto, segurança e infraestrutura adequada para transitar, a pé, pelos diversos pontos da cidade. Isto, naturalmente, estende-se como benefício e garantia aos turistas.

Em Pindamonhangaba, atualmente se cuida da adequação do Plano Diretor do Município, com encontros de grupos técnicos, focando a modernização do texto legal.

No trabalho elaborado pela Geo Brasilis, empresa contratada para fazer o levantamento das condições atuais e trabalhar na adequação necessária, consta o seguinte:

6.2.6.1. Transporte a pé

As calçadas e passeios, além da infraestrutura de transposição de barreiras, como passagens inferiores e em nível, e os pontos de travessia de pedestres, constituem o sistema de transporte a pé do município.

Em campo, foi possível observar as seguintes características relacionadas ao sistema pedonal:

A topografia na principal área urbanizada é plana, favorável aos deslocamentos a pé (…);

Grande parte dos passeios é descontínua, com ausência em alguns trechos (…); Carência de padrão dimensional, tanto na área central quanto nos bairros, além de obstáculos que impedem a passagem (…);

Calçadas com superfícies irregulares (…) e infraestrutura incipiente voltada à acessibilidade, notadamente nos bairros mais afastados do centro.

………

O município de Pindamonhangaba conta com legislações que tratam das diretrizes e responsabilidades sobre a construção e a manutenção do passeio, a saber:

Lei Municipal nº 1.746/1981 – Dispõe sobre a construção e conservação dos passeios;

Lei Municipal nº 1.859/1983 – Proíbe o plantio de árvores que danificam calçadas e muros;

Lei Municipal nº 1955/1984 – Dispõe sobre a construção de calçadas e dá outras providências; e

Lei Municipal nº 2.490/1990 – Dispõe sobre a limpeza de terrenos e construções de calçadas. As normas em vigor são genéricas e não tratam das dimensões mínimas nem detalham as condicionantes construtivas e os prazos para sua regularização, o que evidencia a carência de ações para assegurar a livre circulação de pessoas, em especial dos portadores de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Para tanto, cabe o município prever legislação específica e proceder com a conscientização e fiscalização dos passeios, de tal modo a implantar os dispositivos já estabelecidos pelas Normas Federais de Acessibilidade, ABNT NBR 9050/2015 e NBR 16537/2016 ou as que vierem a lhes substituir”.

(Obs.:No inteiro teor, os parênteses indicam fotos com exemplos das situações comentadas).

Atualmente, os setores competentes da Prefeitura de Pindamonhangaba realizam serviços de sinalização horizontal nas vias públicas, constroem/reformam rampas de acesso em diversos pontos das calçadas. Entretanto, pelo que se pode observar, o critério eletivo para determinação dos locais e a execução das rampas, propriamente dito, não tem embasamento definitivo nas normas.

Simplesmente para exemplificarmos:

No cruzamento da Avenida Alburquerque Lins com a Rua Laerte Machado Guimarães (na chamada “esquina da Telesp”) há a seguinte configuração:

1 – Calçada da empresa de telefonia: rampa construída/reformada sobre uma tampa de poço de inspeção;

2 – Calçada oposta, rampa “abaulada” em um dos lados, por conta da irregularidade do piso da calçada.

Reprodução Google Maps com anotações da redação do Canal39

Foto: Google.com/maps

Como referimos, a Caminhabilidade é considerada fortemente, quando da avaliação pelos especialistas em Turismo, para indicação dos chamados “City Tours à pé”, pelo centro das cidades.

Por isso, há que se cuidar, exaustivamente, do desenvolvimento de recursos e ferramentas, além de legislação adequada, para que Pindamonhangaba se enquadre no rol das cidades preocupadas com o conforto dos cidadãos locais e turistas. Assim, mesmo em não havendo, ainda, a conquista da Certificação como MIT – Município de Interesse Turístico, é possível consagrar o esforço e a dedicação de todos para melhor inserção do nome da cidade nos roteiros programados.

Para isso acontecer, além do Executivo realmente se debruçar sobre o tema com intenções as melhores possíveis, indispensável é a presença e a participação ativa do COMTUR – Conselho Municipal de Turismo para deliberar o que, definitivamente, pode vir a ser melhor para a cidade, dentro do seu foco apolítico, apartidário e impessoal.

Fica a dica.

Marcos Ivan de Carvalho – Jornalista Profissional MTb36001

Gestor de Turismo

Diretor do Canal39

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Por quê indico o Alemão para presidente da Diretoria da Ferroviária?

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Por quê indico o Alemão para presidente da Diretoria da Ferroviária?
Fácil responder.

O moço conhece cada palmo das instalações do clube.

Aliás, quando prestei serviços para a Ferroviária, na Assessoria de Imprensa, eu o chamava de São Pedro, apelido carinhoso devido ao tanto de chaves que o Alemão carregava consigo, o tempo todo, durante sua jornada de trabalho.

Certa vez encontrei, nos arquivos fotográficos, uma foto de um jovem de cabelos longos, trabalhando na construção de uma das piscinas. Era o Alemão, o Valdir.

Ele tem conhecimento, na palma das mãos, da maioria dos espaços da Ferroviária.

Durante 25 anos o Alemão acompanhou a história do clube da cidade. Por sua dedicação e habilidade no trato com as pessoas, sempre foi benquisto pelos diretores e funcionários.

Na verdade, estes foram, sempre, seus parceiros dedicados, também.

O Alemão cuidou de suas atividades e ganhou importantes oportunidades, todas bem conduzidas pelo seu modo respeitador e honesto de cumprir as funções de seus cargos.

Agora, já não mais funcionário do clube, Alemão decidiu dedicar parte de seu tempo e utilizar todos os conhecimentos conseguidos para fazer muito, e muito bem feito, em prol da Associação Atlética Ferroviária.

De que maneira?

Candidatando-se a presidente da Diretoria Executiva, contando com a parceria inteligente e bem orientada do conhecido Marcelo Demorô.

Há que se salientar, inclusive, que o Alemão Valdir fala e entende a língua dos associados, compreende seus anseios e expectativas.

Por isso, já tem montado um incrível time de conhecedores dos meandros de uma gestão eficiente para um clube do porte da Ferroviária e desfruta do apoio e da confiança desse timaço, o qual já está a postos para colaborar com o sucesso na conquista dos melhores resultados com as propostas apresentadas pela Chapa 100% – Ferroviária de Todos Nós. Todas estas propostas focadas no bem estar primeiro dos associados e na integração dos simpatizantes, de forma ordenada e dentro do que é estabelecido pelo Estatuto Social.

Por isso é que indico, recomendo mesmo, a Chapa 100% – Ferroviária de Todos Nós para a Diretoria Executiva da Associação Atlética Ferroviária.

As eleições acontecem no domingo, dia 07 de abril, no Ginásio de Esportes Tobias Salgado.

Vale a pena direcionar seu voto, associado, à dupla Alemão Valdir e Marcelo Demorô.

Afinal, são 25 anos de experiência a serviço dos associados. Isso precisa ser valorizado.

 

Atualmente, devido à velocidade das tarefas profissionais, não sou associado ao clube, mas nada me impede de voltar a sê-lo e indicar o mesmo para muitos amigos.

Penso e sinto assim: é tempo de Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós.

Marcos Ivan de Carvalho, Mtb36001 – RG 7.753.302-7

Jornalista, diretor do Canal39.

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SOCIEDADE: Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós apresenta suas propostas de trabalho.

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Em 7 de abril próximo, acontece, na Associação Atlética Ferroviária, clube sócio-esportivo de Pindamonhangaba, a Assembleia Geral para eleição da nova Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo.

Concorrem à Diretoria Executiva duas chapas, devidamente registradas, dentro do que exige o Estatuto Social.

A Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós, encabeçada por Alemão Valdir para a presidência e Marcelo Demorô, como vice, define suas principais metas para a nova gestão da Diretoria Executiva.

Alemão Valdir trabalhou durante 25 anos na Ferroviária e afirma que “tudo o que tenho devo a ela e, por isso, quero dedicar meus esforços e conhecimentos do clube no sentido de, cada vez mais, garantir a presença da Ferroviária no conceito de um dos melhores clubes da nossa Região”.

Em conversa com Alemão Valdir, obtivemos uma lista dos objetivos da Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós, no intuito de melhores condições oferecer a todos os associados ao clube e, também, a todos os simpatizantes do alviverde.

Vejam os 17 itens do Plano de Trabalho da Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós:

Alemão Valdir e Marcelo Demorô, Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós.

01 – ESTATUTO SOCIAL: Fazer cumprir os artigos do Estatuto Social e decretar o fim da isenção de mensalidade para Diretores e seus dependentes;

02 – PRIORIDADE AO ASSOCIADO: Criação de um plano, o “Sócio Show”, destacando e priorizando a figura dos Associados em todos os eventos do clube e para viabilizar a presença de não-associados em Mega Shows;

03 – INTEGRAÇÃO – Oferecer um café da manhã, com a Diretoria, contando com a presença de Associados, no último domingo de cada mês, objetivando estreitar e reforçar os laços de amizade e simpatia entre a Comunidade Alviverde;

04 – REATIVAÇÃO – do sistema de aquecimento da Piscina Semi-olímpica para melhor atender aos Associados, principalmente nos períodos mais frios do ano. Ao mesmo tempo, desenvolver estudos para aquisição de um sistema de captação de Energia Solar, mais econômico e de grande utilização atualmente;

05 – BAILES – Investir na realização dos tradicionais e concorridos “bailes da terceira idade”, muito procurados em diversos salões da Região. Para esse tipo de evento, contratar artistas de época e de renome nacional;

06 – EMPREGABILIDADE – Criar o núcleo emprego para Associados, destinado a quem estiver fora do mercado de trabalho, contribuindo para sua recolocação mais rápida;

07 – SEGURANÇA AOS FREQUENTADORES – Criar um ambiente de segurança para acolher todas as pessoas no término de grandes bailes e shows.

Regra geral, os eventos terminam em horário diferente daquele no qual começa a funcionar o transporte coletivo da cidade. Para aqueles que não tiverem condução para ir embora, haverá um programa de acolhida segura, até o horário dos primeiros ônibus;

08 – RECEPTIVO: Adquirir e instalar um sistema eletrônico, destinado a repelir todo tipo de aves que se alojam no Ginásio e possíveis de causar incômodos ou risco de doenças aos frequentadores;

09 – ECONOMIA – Implantação de um reservatório de águas pluviais, com capacidade de 20 metros cúbicos, a ser usado nos sanitários. Ao mesmo tempo, desenvolver estudos para implantação de um sistema de reuso das águas dos chuveiros, para a mesma finalidade;

10 – CONFORTOPavimentar e cobrir o estacionamento dos Associados, na Sede Social; construir um novo bar e novos sanitários (masculino e feminino) no Campo de Futebol;

11 – MAIS SEGURANÇA E OPÇÕESIluminar o Campo de Futebol, proporcionando condições de uso em horários alternativos, noturnos, para evitar exposição dos Atletas às condições de calor excessivo;

12 – PRIVACIDADE E MAIS ADEQUAÇÃO – Construir um vestiário privativo para crianças, com possibilidade de acompanhamento pelos pais;

13 – MAIS CONFORTOConstruir 2 banheiros no Deck, para atender os usuários da Lanchonete;

14 – INCENTIVOContinuar investindo no Departamento Esportivo, mantendo as ações atuais e instituir categorias de base em Karatê, Voleibol e Basquetebol;

15 – PREVENÇÃO: Investir, sem medir esforços, no Sistema de Segurança e Combate a Incêndio, aprimorando os Brigadistas mensalmente para que todos os eventos sejam realizados com 100% de segurança e mantendo nosso Alvará sempre em dia com os órgãos públicos fiscalizadores;

16 – SEGURANÇA E MAIS ECONOMIAAmpliar a Academia, elevando o contrapiso para proteger equipamentos elétricos contra eventuais curto-circuitos em dias de fortes chuvas. Também, construir uma saída de emergência em caso de alagamento no setor;

17 – AÇÃO EM EQUIPETrabalhar em sintonia com a Diretoria Executiva; Conselho Deliberativo e Funcionários, para que possamos fazer o melhor para os associados, porque a Ferroviária é 100% de todos nós!

Agradecemos à dupla Alemão Valdir e Marcelo Demorô pela atenção à nossa reportagem e apresentamos nossos cumprimentos pela candidatura e votos de sucesso.

Marcos Ivan de Carvalho

Blog do Diretor

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