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CULTURA

De pulinho em pulinho “Cantiga do Sapo” passa das 60 mil visualizações

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Nossa proposta, enquanto cidadãos e gestores do Canal39, foi, desde o início, contribuir para a melhor qualidade de vida. Dentro de nossas possibilidades, assim o fazemos sempre.

Há algum tempo surgiu, coordenado pelo Departamento de Cultura de Pindamonhangaba, um projeto desenvolvido pela Baú Arte Cultura, dos produtores culturais Bebel Moraes e João Junqueira, casal de focalizadores das Danças Circulares no Bosque.

“Roda Aberta de Danças Circulares” aconteceu no Bosque da Princesa, com a participação de populares já envolvidos com a Dança Circular e outros passantes, os quais se motivavam, pelo menos uma vez, a praticar esse agradável exercício de dançar com as mãos dadas. Um evento até então inédito na Região, por ser uma Roda Aberta de Danças Circulares. Era só chegar e começar a dançar.

A vantagem da Dança Circular é que, além de aproximar as pessoas por meio do toque das mãos e das palavras, todos se sentem melhores do que antes da dança. Outra vantagem: não existe erro. Os passos diferentes acontecem por conta de todos quererem acertar, para o conjunto ficar harmônico. No fim, tudo dá certo e todos se sentem bem.

Temos notícias de muitas pessoas terem se sentido emocional e fisicamente bem melhores pela prática desse exercício, em pleno contato com a Natureza, no Bosque de Pinda.

Com a captação de imagens e postagens, no You Tube, de vídeos contendo as danças coreografadas pelo casal Bebel e João ou por conhecidos coreógrafos como Cristiana Menezes e Guataçara Monteiro, durante muitos domingos lá estávamos, registrando e – também – vivenciando os benefícios da Dança Circular.

João Junqueira, com uma singela coreografia desenhada para a obra prima de Jackson do Pandeiro e Buco do Pandeiro, a “Cantiga do Sapo” (ou de Sapo,  como em alguns escritos) atraiu a atenção dos coreógrafos de diversas partes do planeta. Já recebemos emails de lugares como Ilhas Gregas, Ontário (Canadá), Lisboa e Cidade do Porto (Portugal), Medelín (México), dentre outros, indagando sobre a música, apreciando o trabalho coreográfico e a beleza do local onde aconteciam as rodas de Danças Circulares. Importante ressaltar que a citação autoral contida no vídeo (José Renato) fica devidamente corrigida nesta postagem e, também, em legenda adicional inserida no You Tube: Jackson do Pandeiro e Buco do Pandeiro.

Hoje, com muita satisfação, o Canal39 comemora a quebra da barreira dos 60 mil clics nessa postagem, por parte de muita gente, do mundo inteiro. Exatamente nesta data o You Tube nos relata 60.228 visualizações.

Parabéns a todos que souberam aproveitar a proposta pela melhor qualidade de vida do Projeto de Danças Circulares desenvolvido pela Baú Arte Cultura e com o apoio do Departamento de Cultura de Pindamonhangaba, pelo menos durante o tempo em que acompanhamos os eventos.

Marcos Ivan e Edna Maischberger – Mix Canal39: Site de notícias e Rádio Web

 

 

Jornalista, Publicitário, Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de Taubaté. Radialista com passagens pelas emissoras Globo e Capital 1040-AM de São Paulo, TV Setorial (Pindamonhangaba), Rede Difusora de Rádio, Rede Bandeirantes de Rádio. Escritor, autor de "Mergulho, uma proposta de ajuda" (Editora Ave Maria-SP) Produtor artístico, coordenador de eventos. Diretor proprietário da empresa Marcos Ivan de Carvalho ME Diretor do site www.canal39.com.br e da web radio www.radiocanal39.online

CULTURA

CULTURA: Encontro reúne grupos de Canto Coral em Aparecida

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Foto: Ivan Simas

Participantes terão palestra sobre cuidados com a saúde vocal (Por Matheus Andrade)

O Santuário Nacional sediará, no próximo sábado (21), o primeiro Encontro de Corais Litúrgicos do Vale do Paraíba. O evento reunirá oito grupos de canto da região de Aparecida e pretende ser um ambiente de interação e estudo da vocalidade na música sacra.

Com início previsto para as 19h, os coralistas participarão de uma palestra com a fonoaudióloga Karla Pollielo, acompanharão a apresentação do Coral do PEMSA – Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida- e em seguida cada grupo executará duas músicas litúrgicas.

A escolha por uma profissional da saúde vocal para aprofundar a compreensão das melhores técnicas no canto foi feita para destacar a necessidade de atenção com a voz que cada membro de coral deve ter, explica Aquillis Skupien Monteiro, maestro do Coral do Santuário Nacional .  “É muito importante que os cantores tenham respaldo fisiológico para compreender a voz enquanto instrumento e os cuidados necessários para manter a saúde vocal do aparelho fonador.”

Além de Aparecida, as cidades de São José dos Campos, Lorena, Caraguatatuba, Guaratinguetá e Cachoeira Paulista serão representadas por corais no Encontro, que acontece no Auditório Padre Noé Sotillo, no subsolo da Basílica. Nesta primeira edição, a participação foi direcionada por convite a grupos que já mantinham algum relacionamento com o Santuário Nacional.

O Coral do Santuário Nacional, frequentemente procurado por outros grupos par a obtenção de melhores práticas nas suas atividades e acesso às partituras utilizadas, conta atualmente com 35 pessoas. Os ensaios acontecem nas noites de terças e quintas-feiras e a participação nas celebrações na Basílica de Nossa Senhora Aparecida acontece todos os domingos.

O Maestro Aquillis ainda destaca a importância do Canto Coral na Liturgia da Igreja Católica. “O coral tem o papel de auxiliar na evangelização, somos uma ferramenta de Deus. Por esse motivo, temos que nos preocupar com o repertório e também com o som que emitimos. Um coral desafinado ou que canta literalmente no ‘grito’, pode ser muito danoso, pois incomoda os ouvidos e prejudica a celebração. Um coral polifônico deve se preocupar e muito com sua qualidade vocal e sonora, cantar harmonicamente, em consonância, sempre parecendo que todos são ‘um’.”

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CULTURA

CULTURA: Festivale SJC aceita inscrições até 29 de julho

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Cena de espetáculo apresentado no festival do ano passado, no Centro de Estudos Teatrais (CET) - Foto: FCCR - Foto: PMSJC

(por Avelino Israel / Fundação Cultural Cassiano Ricardo)

A Fundação Cultural está com inscrições abertas para o 33º Festivale, que será realizado de 30 de agosto a 9 de setembro, com o tema ‘inquietações cênicas’. Os interessados podem se inscrever até as 23h59 do dia 29 de julho, por meio de ficha eletrônica disponível no site da instituição.

O edital com todos os detalhes também está disponível no site da Fundação Cultural.

Podem se inscrever grupos de teatro de todo o Brasil, com qualquer espetáculo destinado ao teatro convencional, espaços alternativos, de rua e com temática destinada ao público adulto e infantil.

Também podem ser inscritos espetáculos de bonecos, animação, circo, performance e intervenção, garantindo acessibilidade à diversidade de expressões e linguagens.

Dos espetáculos inscritos que atenderem as exigências do edital, a Fundação Cultural selecionará 18 para participarem do festival, sendo até 4 de São José, até 10 de demais cidades do Estado de São Paulo e até 4 de outros estados brasileiros.

O resultado da seleção será divulgado no dia 3 de agosto pelo site da instituição. Dúvidas e informações podem ser obtidas pelo e-mail festivale2018@fccr.sp.gov.br

Curadores e tema

O festival deste ano tem como curadores Atul Trivedi (ator e diretor), Rodrigo Morais Leite (mestre e doutor em artes cênicas) e Fabiana Monsalú (atriz, diretora e mestre em teoria e prática do teatro).

Segundo explicou Rodrigo Leite, o tema deste ano procura conectar-se com uma teatralidade que se preocupa com o debate de diversos assuntos sociais, como o feminismo, a tolerância religiosa e a luta pela igualdade racial no Brasil”.

“A edição deste ano do Festivale não destaca apenas as muitas temáticas que o teatro pode abordar – como política, racismo, homofobia, entre outros –, mas procura renovar, nos próprios artistas, a forma de se fazer teatro, trazendo inovação para a arte.

E arte vem das inquietações das pessoas. Arte é para se expressar”, enfatizou Atul Trivedi.

Valorizar a cultura

O Festivale chega à sua 33ª edição reforçando o objetivo de valorizar a cultura, as artes cênicas e, especificamente, o teatro. Desta forma, a Fundação Cultural, por meio da Diretoria de Cultura e Patrimônio, entende que está contribuindo para o fortalecimento da criação, da produção artística e a integração entre os grupos teatrais.

Além das apresentações dos grupos selecionados, o festival também deverá ter a participação de grupos convidados e a realização de palestras, workshops, oficinas, intervenções e criações. A programação, com todas as atividades, horários e locais de realização está sendo definida e será divulgada em breve.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana

3924-7300

FONTE: SITE OFICIAL SJC

 

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CULTURA

CULTURA E TURISMO: Cunha prepara mais um Festival de Música Caipira Inédita

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Rafael Viola e Dinelson conquistaram o título para Isa Silva com a música “Presente do meu passado”, em 2017 (Foto: Marcos Ivan, Canal39)

Uma das melhores premiações da Região e o valor do ineditismo das obras inscritas são atrativos para muitos compositores se prepararem, com afinco, objetivando marcar boa presença no Festival de Cunha.

Em 2017 “Presente do meu passado”, composição de Isa Silva (de Campos do Jordão), defendida pela dupla Rafael Viola & Dinelson , venceu a edição de nº 5 do Festival de Música Caipira Inédita de Cunha.

Detalhe – Para 2018, com a sexta edição, os organizadores já definiram a data de realização e abrem a possibilidade de participação para compositores a partir dos 12 anos de idade, desde que estejam em conformidade com os itens regulamentares a serem divulgados brevemente.

O Festival de Música Caipira Inédita de Cunha é um dos mais importantes na Região, haja vista o rigor do júri de avaliação das obras inscritas, destacando-se item eliminatório a constatação de plágio, bem como o júri de seleção e classificação, formado por reconhecidos especialistas.

Como é possível perceber, trata-se de um festival que busca divulgar a criatividade dos compositores brasileiros, haja vista ser um evento de caráter nacional.

Os participantes poderão utilizar violão, viola e sanfona, sem demais recursos de tecnologia como playback ou outros instrumentos, quaisquer que sejam.

A premiação, uma das melhores, sempre contempla os dez primeiros classificados, com troféus do 10º ao 6º e prêmios em espécie, além de troféus, do 5º ao 1º colocado.

A realização do Festival é da Associação Viola Caipira em parceria com a Prefeitura da Estância Climática de Cunha; correalização da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

A produção do evento é da APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte, contando com o apoio da CUNHATUR, Empresários do Turismo em Cunha, Rádio Serrana FM, Fernanda Design e Mix Canal39 (web site e rádio web).

Serviço:

6º Festival de Música Caipira Inédita da Estância Climática de Cunha

Dias 15, 16 e 17 de novembro de 2018

Local: Praça da Matriz, grátis.

Inscrições e regulamento: a serem divulgados nos próximos dias.

Informações aos interessados em participar: Maria Cristina Paniza – (12) 99723-9960

Clique aqui para ver Rafael Viola e Dinelson na final de 2017

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MIX39 – Assessoria de Imprensa / (12) 99131-9548 – redator.chefe@canal39.com.br

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