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CULTURA

CULTURA: Museu Municipal de SJC é novo espaço público para as artes

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Cerca de 350 pessoas acompanharam a abertura e visitaram a exposição (Foto: Paulo Amaral, FCCR)

Com a abertura da exposição de longa duração ‘Arte Viva’, ocorrida na noite da última terça-feira (15), o Museu Municipal de São José dos Campos, sob gestão da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, passou a ser, de fato, um novo espaço público do município destinado às exposições artísticas e atividades voltadas à arte. Cerca de 350 pessoas, entre artistas, representantes de instituições culturais e autoridades acompanharam a abertura e visitaram a exposição.

(Foto: Paulo Amaral, FCCR)

A mostra reúne cerca de 70 trabalhos, a maioria da década de 1960, do próprio acervo do museu e de coleções particulares. Em especial, do período da Escola de Belas Artes e do Ateliê Livre de Pintura, duas iniciativas que marcaram a história da arte no município. São pinturas, desenhos e escultura de 41 artistas, além de desenhos, esboços originais, documentos, jornais, catálogos, convites e recibos de premiações.

Entre os artistas que têm seus trabalhos expostos estão Tatiana Blass, Tereza Nazar, Mônica Nador, Régis Machado, Maria Bonomi, Alex Flemming, Maria Aparecida Ferigoli, Iracy Puccini, Tuneu, Edith Reinhart, Décio Soncini, Johann Gutlich, Nelson Quaresma, Luigi Zanotto, Claudionor Itacarambi, Luiz Irene Galvão, Sósthenes, Swoboda e outros.

A exposição também faz uma homenagem aos dois principais responsáveis por este momento artístico vivido em São José, os artistas plásticos Johann Gütlich, professor gestor da Escola de Belas Artes e reconhecido internacionalmente, e Estevão Nador, coordenador do Ateliê Livre de Pintura e adepto ao movimento concretista.

Resgate histórico

Para o artista plástico Marcos Ramis, de São José dos Campos, ter um espaço como o Museu Municipal é muito importante para a classe artística joseense. “A cidade merecia um espaço específico para a arte”. Sobre a exposição, Marcos ressaltou que, além da beleza das obras, “a exposição conseguiu mostrar um resgate histórico dos artistas e da própria cidade”.

“Tornar o Museu Municipal um espaço para atividades artísticas é essencial e significa uma mudança de paradigma do pensamento cultural da cidade, pois uma nova ressignificação para o espaço, onde já funcionou uma Câmara Municipal”, enfatizou o ator Vander Palma, do Teatro D’Aldeia. “Estou orgulhoso por termos um espaço desse na cidade e quero voltar à exposição para poder ver com calma algumas obras, que considero muito instigantes”, salientou.

A folclorista Angela Savastano, aluna da primeira turma da Escola de Belas Artes, também estava na abertura da exposição e era uma das mais entusiasmadas ao relatar fatos da época. “Johann Gütlich foi meu professor e era um profissional e uma pessoa maravilhosa e marcante. Poder ver suas obras expostas aqui é motivo de muito orgulho para todos nós”, enfatizou.

Curadoria e Expografia

A exposição ‘Arte Viva’ tem curadoria de Pitiu Bomfin e projeto expográfico de Célia Barros. “Expor o acervo de artes plásticas do Museu Municipal é um acontecimento inédito e importante. É o reconhecimento de um passado glorioso nas artes plásticas da cidade. Mostrar este acervo é resultado do trabalho de inúmeros colaboradores, mas principalmente um compromisso da Fundação Cultural em garantir o direito de acesso ao patrimônio cultural preservado”, explicou Pitiu.

O prédio onde está instalado o Museu Municipal foi construído entre os anos de 1926 e 1927, com projeto arquitetônico do argentino Maurício Erro, e faz parte de uma lista de patrimônios culturais preservados. Para receber a atual exposição e outras mostras, o prédio passou por uma revitalização e adequações específicas. O espaço possui ainda um auditório com 120 lugares, onde serão realizados os cursos e outras atividades culturais.

Setor Educativo

A equipe do museu também foi reestruturada e hoje conta com um Setor Educativo bilíngue, preparado para receber grupos escolares. As visitas em grupos devem ser agendadas junto a este setor, pelos telefones 3921-7587 ou pelo e-mail educativomm@fccr.sp.gov.br A exposição poderá ser visitada de terça a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados das 9h às 13h, com entrada gratuita.

Museu Municipal de São José dos Campos

Praça Afonso Pena, 29 – Centro

(12) 3921-7587

(Fonte: Site oficial de SJC)

CULTURA

CULTURA: Importante curso de interpretação para TV e Cinema acontece em SJC

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Alunos em exercício (Foto: Paul Constantinides)

Ministrado pelo ator Raphael Carlos, o curso de Interpretação para TV e Cinema acontecerá a partir deste mês na Escola Teatro Metamorphose.

Formado em Artes Cênicas pela EAD – Escola de Artes Dramáticas da USP-SP, o professor Raphael Carlos ministra neste semestre o curso Interpretação para TV e Cinema na Escola de Teatro Metamorphose, em São José dos Campos. Com experiência em teatro, televisão e cinema, Rapha Carlos participou de montagens teatrais, publicidade e curta-metragens como o premiado “Daisy”.

O Curso de Interpretação para TV e Cinema é continuação da primeira turma formada por Raphael Carlos no segundo semestre do ano passado, que teve sua conclusão em dezembro com uma Mostra de curta-metragens realizada por diversos trabalhos de seus alunos.

(Divulgação)

Utilizando métodos como Método Sanford Meisner de “viver verdadeiramente sob circunstâncias, imaginárias”, o curso possui em seu conteúdo programático atividades como Exercício de interpretação para câmera, Experimento de Cinema através de cenas curtas, Jogos de Cena baseados no métodos de diferentes diretores renomados, Aquecimento e Expressão corporal, Processo da construção da personagem para o cinema, Roteiro e Improvisação.

Raphael Carlos, no destaque, e alunos em exercícios (Divulgação)

Através do Curso de Interpretação para TV e Cinema, teoria e prática se unem em um ambiente descontraído onde é possível trocar experiências, criar novas vivências e descobrir o potencial de cada aluno, tenha este experiência em atuação ou não.

Além disso, o curso dá a oportunidade dos alunos se familiarizarem com equipamentos avançados de televisão e cinema. Como parte da conclusão de curso, os alunos preparam em grupos curta-metragens para colocar em prática todo o aprendizado e iniciar seu portfólio profissional. “O Rapha tem muita experiência e ele passa tudo que sabe, deixando os alunos muito a vontade. Iniciei o curso sem pretensão e quando percebi foi uma descoberta muito grande sobre mim mesma. É muito gratificante.”,  afirmam as alunas Cristiana Menegazzo e Silvia Soares.

Para saber detalhes sobre inscrição e matrícula, acesse:

Instagram: @RAPHAtvcinema | https://www.instagram.com/RAPHAtvcinema/

SERVIÇO:

Curso de Interpretação para TV e Cinema

Quando?

Quartas-feiras das 19h às 22h30

Início do curso: março de 2019

Onde?

Escola de Teatro Metamorphose

Rua José Pedro de Carvalho Filho, 80

Vila Ema – São José dos Campos

Inscrições e mais informações: (11) 99673-5917

(Revoada Assessoria de Comunicação)

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CULTURA

MÚSICA SACRA: Monsenhor Marco Frisina visita Santuário de Aparecida nesta semana

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Divulgação

Compositor de renome internacional, sacerdote italiano vai apresentar hino escrito por ele em homenagem à Padroeira do Brasil

(Por Victor Hugo Barros) O fundador e diretor do Coro della Diocesi di Roma e maestro da Pontificia Capella Musicale Lateranense, monsenhor Marco Frisina, visita o Santuário Nacional na próxima quinta-feira (21). O religioso, responsável pela composição de músicas e melodias utilizadas nas celebrações presididas pelo Papa, no Vaticano, visita Aparecida (SP) para apresentar uma composição dele dedicada à Nossa Senhora Aparecida. A música será executada durante a missa das 18h, que será presidida pelo sacerdote na Basílica Nacional.

Esta é a primeira vez que o monsenhor italiano visita o Brasil. Entretanto, mesmo em Roma, já ouvia falar sobre o Santuário de Aparecida e a devoção à Padroeira do Brasil, o que o motivou a escrever a letra do “Hino a Nossa Senhora Aparecida”, lançado por ele no último ano.

“O objetivo primeiro da visita ao Santuário é me colocar como peregrino, como devoto de Nossa Senhora Aparecida. Na oportunidade, também gostaria de oferecer à Nossa Senhora Aparecida o hino que compus para ela”, explica o monsenhor.

Faltando poucos dias para a visita ao maior templo mariano do mundo,o sacerdote não esconde sua expectativa. “Estou no Brasil desde o dia oito de março. Tenho vivido momentos de formação, música e oração por onde passei, e, em Aparecida não será diferente. Afinal de contas, o Santuário Nacional é um lugar caro para todos nós, onde está guardada a Imagem de Nossa Senhora Aparecida”, relata.

Além de rezar diante da Imagem e de conhecer a Basílica da Padroeira do Brasil, o sacerdote ainda preside a missa das 18h de quinta-feira. A celebração, que será realizada em italiano e português, contará com a execução de músicas compostas pelo monsenhor, cantadas pelo Coral do Santuário Nacional.

A visita do religioso ao Brasil contempla uma série de congressos, apresentações e celebrações litúrgicas que acontecem desde o dia 08 de março. Além de Aparecida, o sacerdote já passou pelas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP) e Rio de Janeiro (RJ).

(Imprensa Santuário Nacional)

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CULTURA

MÚSICA: João Carlos Martins estreia Orquestrando o Brasil em Taubaté (contém vídeo)

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João Carlos Martins conversa com o público em Taubaté (Foto: Edna Maischberger, Canal39)

Lembrando Heitor Villa Lobos, com seu desejo de unir o Brasil em forma de coração, por meio da Música, o consagrado pianista e agora maestro João Carlos Martins comandou a estreia da série de concertos dentro do Projeto Orquestrando o Brasil, na última sexta-feira, 08 de março, na cidade de Taubaté, SP.

Apesar do intenso temporal havido horas antes do início do espetáculo, o imponente e bem montado Teatro Sedes recebeu público total, ocupando as 1.400 poltronas e contou, ainda, com muita gente em pé.

Participaram do concerto: a Banda de Concerto da EMA Fêgo Camargo, Banda de Música do Senai, Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté, Coral Juvenil Meninas de Campos do Jordão, Camerata Orfeo, Ópera Studio do Vale, Coral da ACVAP e Coro Contraponto.

Martins apresentou os grupos, os quais foram regidos por seus maestros e, para o grande final, reuniu a todos e regeu três peças: a marcha de John Philip Souza “Stars and stripes forever”, a Cantata 147 de Johann Sebastian Bach “Jesus, Alegria dos homens” e o “Trem das onze “, de Adoniran Barbosa. O bis foi inusitado: algumas notas de “O bife”, executadas ao piano, seu mais fiel parceiro de carreira.

O Projeto Orquestrando o Brasil, conforme o próprio maestro João Carlos Martins informou, conta com mais de 200 orquestras e bandas parceiras, totalizando – já – mais de oito mil músicos e seu objetivo é atingir cinco vezes mais, focando, realmente, “fechar o Brasil em forma de coração, por meio da Música” e homenageando Villa Lobos. Para ele, “será uma forma tornar a música clássica mais democrática, ajudando mais pessoas a se profissionalizarem, ampliando sua sua atuação e conquistando novos públicos”.

Orquestrando o Brasil é fruto do ideal de Martins e conta com parceria da Fundação Banco do Brasil, SESI/SP e FIESP.

Em conversa com a reportagem do Canal39, João Carlos Martins destacou a importância de Taubaté como local de estreia do Orquestrando o Brasil. O maestro afirmou que Taubaté é uma cidade que “cultiva as Artes, cultiva a Cultura e é um orgulho Taubaté ser protagonista do primeiro concerto do Orquestrando o Brasil”. A respeito do ensino da Música nas escolas públicas, o idealizador do Projeto garantiu: “se todos os artistas de ponta, no Brasil, fizerem um trabalho baseado no idealismo, para que a Música esteja nas escolas, e as Artes, você tenha a certeza que o Brasil é um dos países mais musicais do mundo. Eu não tenho a mínima dúvida”.

Saiba mais sobre o Orquestrando o Brasil, clicando aqui

Algumas fotos do evento, com clics de Edna Maischberger e Marcos Ivan, Canal39

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