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CULTURA

CULTURA: Jongo da Independência reúne capoeiras em Guaratinguetá

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Arte: Vivian Campelo

O famoso Jongo do Tamandaré, com 120 anos de existência, apreciado por muitos moradores de Guaratinguetá, é patrimônio de altíssimo valor para a preservação das tradições, verdadeiro atrativo para muitos turistas, quando dos encontros promovidos pelo pessoal do Tamandaré.

Jefinho Tamandaré (Fonte: Vidigal Capoeira)

Idealista e lutador constante pelas causas “de raiz”, o conhecido Jefinho Tamandaré, há 5 anos, criou o Jongo da Independência, um projeto que reúne, na mesma noite de véspera das comemorações do 7 de Setembro, os capoeiristas de diversas localidades brasileiras e os amantes do Jongo. Aliás, nada separa essas duas expressões mais autênticas de nossa brasilidade.

O Jongo da Independência acontece em dois “capítulos”: começa com uma espetacular roda de Capoeira, reunindo uma moçada aplicada em todos os movimentos, exaustivamente treinados, para um magnífico espetáculo de agilidade e habilidade. Essa roda é o evento de abertura do Jongo, começando às 21h de 6 de setembro e contando com os Grupos: Senzala, Muzenza, União, Gigaê Camará, Abadá, Capoeira São Jorge, Barracão da Capoeira, Cordão de Ouro Especial, Herança de um Povo, F.I.U. Capoeira e Capoeira DNA.

O evento, realizado pela Associação Cultural Quilombolas do Tamandaré tem suas próprias características, por iniciativa de Jefinho, que é o seu presidente e se diferencia do Jongo da Associação Jongueira, que faz os eventos com o coletivo do bairro. “É uma festa para os capoeiras, já que eu também pratico a Capoeira, e é até feito fora do bairro, numa estrada de roça, em um terreirão grande”, explica Jefinho.

Após duas horas de muito jogo de Capoeira, os tambores “viram” para os toques de pontos de Jongo, reunindo jongueiros de todas as idades e diversas localidades, inclusive os próprios capoeiras.

Daí, conforme comenta Jefinho, a festa acontece até o Sol trazer o 7 de setembro, com a participação das Comunidades Jongueiras Miracema, Santo Antônio de Pádua, Pinheiral, Bracuí, Barra do Piraí, Indaiatuba, São José dos Campos e Guaratinguetá.

Os Grupos de Jongo que chegam com suas cores, suas cantigas, seus tambores e suas gingas são: Jongo da Lapa, Afrolaje, Quilombismo, Jongo do Cerrado e Jongo Negro Nagô.

Contando com o apoio da Secretaria de Cultura de Guaratinguetá, o V Jongo da Independência é motivo de agenda para quem não quer ficar “a ver navios” num tempo de celebração das verdadeiras expressões de nosso DNA.

JONGO DA INDEPENDÊNCIA

DIA 06 DE SETEMBRO, A PARTIR DAS 21h

ESTRADA VICINAL PROF. ANDRÉ ALCKMIN FILHO (CONTINUAÇÃO DA RUA TAMANDARÉ)

(Texto: Marcos Ivan, Canal39 – Artes: Vivian Campelo)

CULTURA

TRADIÇÃO: Domingo de Páscoa tem muito barro e testamento do Judas em Silveiras

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Conhecida como Testamento do Judas e Festa do Barro, uma tradicional brincadeira marca o Domingo de Páscoa, em Silveiras, município da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte.

(Divulgação)

Dependurado num mastro, Judas permanece até por volta do meio-dia, quando é alvo direto das ações populares.

Antes disso, os moradores e turistas, de qualquer idade, participam de uma verdadeira Festa no Barro. E imaginem quanto barro!

Pelotas são atiradas, alguns se lambuzam no barro e correm para abraçar os mais tímidos, outros, propositadamente se escorregam, “pranchando” no chão para se encharcarem no vermelho da terra úmida.

Por volta do meio-dia, Judas é o centro das atenções.

Antes de passar a virar restos de estouros, uma das pessoas da organização faz a leitura do Testamento do Judas. Já que vai virar “bagaços”, o negócio é repartir o que Judas deixar em testamento.

Durante a leitura, alguns “recados” são dados a personalidades que, de uma forma ou outra, marcaram algum momento da atualidade no cenário local e nacional.

Distribuídos os “bens de testamento”, bombinhas estouram, reduzindo o boneco a frangalhos…

Em tempo: para quem quer ir ver e sentir vontade de participar, importante é lembrar que a roupa usada na Festa do Barro vai ter seu último uso ali… É chegar em casa, tirar os panos e botar no lixo, segundo dizem os que participam do evento. Depois, haja água para aquele banho de tirar barro… Dá para lavar a alma com tanta descontração e alegria!

Quer saber mais? Precisa estar lá, em Silveiras, no Domingo de Páscoa, na Praça da Criança. Aproveite para saborear o bom da culinária tropeira, num dos restaurantes da cidade…

Fica a dica!

(Texto: Marcos Ivan, Canal39)

 

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CULTURA

MÚSICA: Projeto Musical do Santuário recebe visita de renomado maestro

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Foto: Thiago Leon

João Carlos Martins visita sede do PEMSA pela primeira vez nesta segunda-feira

Crianças e jovens atendidos pelo Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida (PEMSA), recebem na próxima segunda-feira (22), a visita do maestro João Carlos Martins. O encontro entre o regente e os músicos acontece às 15h, no espaço dedicado às atividades musicais.

“Ouvi falar maravilhas desse Projeto e faço questão de conhecê-lo pessoalmente, pois todas as ações que transformam a vida das pessoas através da música, oferecendo crescimento e orientação, são de meu interesse”, explica o maestro João Carlos Martins.

Esta é a primeira vez que o maestro visita o PEMSA. Na programação, está prevista a apresentação dos atendidos pelo Projeto, bem como do Coral e da Orquestra, formada por jovens e crianças que se destacam nas aulas. Ainda está prevista uma visita às dependências do prédio, inaugurado em 2017.

Implantado em março de 2003, o PEMSA já assistiu mais de sete mil crianças e adolescentes, sendo que muitos seguiram no caminho da música e hoje integram orquestras como Bachiana Filarmônica SESI-SP, Bacarelli, Orquestra de Barra Mansa, Orquestra Filarmônica de Belo Horizonte e bandas das Forças Armadas do Brasil.

Funcionando em um prédio com 17 salas para oficinas teóricas e práticas individuais e em grupo, o PEMSA conta com 50 funcionários e atende, hoje, 600 crianças e jovens, de 7 anos a 17 anos, no contra turno da escola. O projeto tem uma orquestra formada pelos alunos avançados, atualmente com 70 músicos e um coral com 120 integrantes.

(Sala de Imprensa do Santuário de Aparecida)

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CULTURA

RELIGIÃO: Caminhada do Silêncio reúne fiéis no Morro do Cruzeiro em Aparecida

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Foto: Thiago Leon

Momento oracional abre atividades religiosas da data, que recorda a Paixão de Jesus (Por Victor Hugo Barros)

Na Sexta-feira Santa (19), católicos de todo o mundo recordam a Paixão e Morte de Jesus. Em Aparecida (SP), a tradição da oração da Via Sacra no Morro do Cruzeiro acorda a cidade com orações e cânticos que recordam os últimos momentos da vida de Cristo. A procissão se inicia às 5h e percorre cerca de 900 metros em uma caminhada até o alto da colina, se encerrando aos pés do Cruzeiro que nomeia o espaço.

A caminhada, de cerca de uma hora e meia, é marcada pelo silêncio e pelo respeito. Para ajudar na reflexão dos fiéis, além das orações próprias deste exercício de piedade popular, 14 painéis confeccionados em cimento pelo artista Adélio Sarro, representam o sofrimento de Cristo no caminho para o Calvário.

O momento reúne aparecidenses e romeiros que realizam o percurso como forma de penitência e recordação dos sofrimentos vividos por Jesus em Jerusalém. Muitos dos fiéis presentes carregam velas nas mãos, representando a luz de Cristo que venceu a escuridão da morte.

Uma tradição de fé – A primeira cruz no alto do morro foi fixada em 1925, iniciando a tradição de peregrinar até este local. Durante a celebração da Semana Santa do ano de 1948, foram inauguradas as capelinhas da Via-Sacra pelo então vigário Padre Antônio Pinto de Andrade. No ano 2000 o local foi remodelado, ganhando a forma de hoje.

Meditação jovem – Também na Sexta-feira Santa, no interior da Basílica de Aparecida, às 9h, os Jovens de Maria, pastoral jovem do Santuário Nacional, meditam os últimos momentos da vida de Jesus. A celebração será inspirada na Via Sacra feita na última Jornada Mundial da Juventude (JMJ), realizada em janeiro deste ano no Panamá.

O roteiro apresenta realidades da juventude e da sociedade atual. Durante o momento oracional, elas serão apresentadas a Deus junto ao sofrimento de Cristo.

Celebrações da sexta-feira – Além da oração da Via Sacra no Morro do Cruzeiro e no interior da Basílica, outras atividades estão programadas para a Sexta-feira Santa no Santuário Nacional. Ao meio-dia, acontece a celebração do Sermão das Sete Palavras, que rememora as últimas expressões de Jesus, quando já estava crucificado. No período da tarde, às 15h tem início a principal cerimônia do dia, com a Celebração da Paixão, seguida, às 16h30, da Procissão do Senhor Morto. A expressão de fé, que acontece ao redor do maior templo mariano do mundo, encerra a programação da data.

Ao longo de toda a sexta-feira são esperados quase 43 mil fiéis.

(Sala de Imprensa do Santuário Nacional)

 

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