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CULTURA

CULTURA/EDUCAÇÃO: São José dos Campos divulga eventos

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(Foto: Charles de Moura / PMSJC)

Iniciação musical nas escolas municipais, aniversário da Casa de Cultura Lili Figureira, seleção para o Coro Jovem e “As meninas da porteira” movimentam a cidade sede da RMVale

Música Clássica nas Escolas Municipais

Iniciação na educação musical e formação integral de estudantes são alguns dos objetivos do projeto de educação musical e canto coral nas escolas de ensino municipal de São José dos Campos. O projeto tem como parceiro o Instituto Luzes da Ribalta e irá realizar 16 concertos didáticos nas escolas da cidade nos próximos meses.

Nesta terça-feira (19), os alunos da Emef Emmanuel Antônio dos Santos, no bairro Frei Galvão (região leste), foram os primeiros a receber um concerto didático na escola. Os músicos do Luzes da Ribalta se apresentaram com o coral da unidade escolar para alunos dos anos iniciais, professores e funcionários. Atualmente, a rede de ensino municipal conta com cerca de 20 grupos de coral em 16 unidades escolares.

No repertório, sucessos como “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga, “Viva La Vida”, do grupo Coldplay, e a clássica “Con te partiro”, de Andrea Bocelli, agradaram o público. E os versos de “Carinhoso”, do Pixinguinha, trouxeram emoção ao pátio da escola que, durante a tarde, se transformou com a música.

“Este trabalho muda a realidade das crianças, levamos música erudita, que poucos conhecem, para diversos lugares, é uma forma de disseminar cultura. A troca entre o público e os músicos é muito especial, a arte transforma e sentimos isso. O Ribalta significa transformação social para mim, fazemos o melhor pela música e isto muda tudo em volta”, afirmou Christianne Giannelli, diretora cultural do Instituto Luzes da Ribalta.

O Instituto Cultural Luzes da Ribalta, fundado há três anos pelo professor de música Deusdete Guimarães, é uma organização que atende cerca de 35 crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, no Parque Interlagos, na região sul. A maioria dos participantes do Instituto é aluno da rede municipal de ensino.

Em turmas separadas pelos níveis iniciante e avançado, os estudantes aprendem violino, viola erudita ou violoncelo. Os estudos, aliados às apresentações, alimentam sonhos dos jovens artistas.

“A música é tudo para mim, desde pequena falava que queria aprender a tocar violino, acompanhava apresentações pela televisão, via concertos. E hoje, quando estou tocando sinto uma emoção forte que não dá pra explicar, é uma paixão. Quero tocar em uma grande orquestra, como a de São Paulo, no futuro, estarei realizada”, contou Letícia Viana Caraça, 11 anos, membro do grupo Ribalta.

“A minha filha desde pequenininha sempre gostou de música. Tive a oportunidade de conhecer o Ribalta e ela amou de imediato, participa há três anos, a capacidade dela de concentração e a leitura aumentaram muito. Ela se desenvolve melhor e tem um convívio muito bom com os colegas da orquestra”, disse a mãe de Letícia, Sônia Regina Viana.

Aprendizagem significativa 

A iniciativa da Secretaria de Educação e Cidadania busca o desenvolvimento da percepção e da expressão musical por intermédio da voz, com foco na formação de grupos corais infanto-juvenis da rede de escolas. Os grupos ensaiam no contraturno das aulas.

Para Lucas Sena, do 1º ano da Emef Emmanuel Antônio dos Santos, de 6 anos de idade, cantar no coral é muito maravilhoso. “Para mim, a música é uma arte especial. Sinto alegria quando canto e fico bem, o meu desejo é que todos possam ter aulas de música”, disse o aluno do 6º ano, Nikolas Rian.

E os aprendizados por meio da música despertam também boas emoções nos alunos. A aluna do 1º ano, Maria Vitória de Oliveira, é conhecida por nunca faltar nas aulas e ensaios do coral. “Hoje cantamos aqui e foi muito bom. Quero continuar cantando no coral da escola e fazendo apresentações”, disse.

“Senti só felicidade cantando no coral, achei que nem parecia que passou uma hora, pareceu que eram 15 minutos. A música é praticamente minha vida, canto desde os três anos, e desde os sete toco flauta. Sonho em ser dentista e continuar com a música dando aulas de flauta”, contou emocionada Kelly Vitória, do 6º ano.

Segundo a equipe técnica da Secretaria de Educação e Cidadania, a música contribui para o aprendizado significativo, que fica marcado também por experiências práticas vivenciadas pelos alunos.

(Por Paula Pessoa, Secretaria de Educação e Cidadania /  Foto: Charles de Moura PMSJC)

Seleção para o Coro Jovem

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo realiza um novo processo de seleção para o Coro Jovem de São José dos Campos. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 16 de julho, por meio de formulário eletrônico disponível no site da instituição, onde também é possível ter acesso ao edital com todas as exigências.

Podem se inscrever pessoas físicas residentes no município ou na Região Metropolitana do Vale do Paraíba (até o limite de 20% das vagas disponíveis). São 59 vagas oferecidas, sendo 41 para o núcleo iniciante (de 16 a 26 anos), 10 para o núcleo avançado (de 16 a 30 anos) e 8 para o núcleo semiprofissional (de 18 a 34 anos).

(Foto: Paulo Amaral – FCCR)

A seleção dos candidatos inscritos será realizada no dia 20 de julho e o local será informado posteriormente. O primeiro resultado dos classificados será divulgado no dia 25 de julho e o resultado final no dia 3 de agosto, ambos pelo site da Fundação Cultural. O trabalho do novo grupo terá início no dia 10 de agosto.

Os candidatos selecionados receberão, a título de Bolsa Estímulo à Arte e de acordo com o núcleo que participarão, os seguintes valores mensais: iniciante – R$ 120,00, avançado – R$ 150,00 e semiprofissional – R$ 460,00. As aulas e ensaios serão realizados às sextas-feiras, entre 14h e 22h30, e aos sábados, das 9h às 16h.

Projeto cultural

O Coro Jovem é um projeto cultural destinado a jovens, que tem como objetivo a formação musical e a capacitação para a profissionalização artística, além de divulgar o canto coral, incentivar a formação de público e permitir que a população tenha acesso a programas artísticos de qualidade.

O atual grupo, selecionado no ano passado, vem cumprindo uma programação de dez apresentações (de abril a dezembro). Este mês, o coro se apresentará no dia 29 (sexta), às 20h, na Casa de Cultura Flávio Craveiro (Av. Lenin, 200 – Dom Pedro I).

Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana – (12) 3924-7300
(Por Avelino Israel – Fundação Cultural Cassiano Ricardo)

Aniversário a Casa de Cultura Lili Figureira

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo comemora na próxima sexta-feira (22) e domingo (24) o segundo ano de criação da Casa de Cultura Lili Figureira, localizada no Jardim Santo Onofre, região sudeste de São José dos Campos. O nome atribuído ao espaço é uma homenagem à figureira Maria Benedita dos Santos, falecida em junho de 2015, aos 96 anos.

A programação de aniversário prevê performances e atrações musicais, de palhaços e malabaristas, com artistas que integram o Projeto Arte nas Ruas, da Fundação Cultural. Na sexta, as atividades acontecem a partir das 16h, na própria casa de cultura, e no domingo, a partir das 9h, na feria do bairro São Judas Tadeu, na mesma região.

(Foto: Paulo Amaral- FCCR)

Atividades mensais

A Casa de Cultura oferece 15 oficinas em várias modalidades, além de diferentes vivências de música, cultura popular e teatro, atendendo cerca de 600 pessoas por mês. Também são desenvolvidos no espaço projetos como Quintal das Artes, Biblioteca Viva (com contação de histórias), Espaço Poema, Roda de Viola, além de ações culturais externas em escolas, feira-livre, ruas de lazer e poliesportivo.

Lili Figureira, nascida em Taubaté, era uma das mais conhecidas e tradicionais artistas populares do Vale do Paraíba. Em São José dos Campos, para onde veio ainda pequena, constituiu família e aprendeu a arte de fazer figuras de barro. Saber que passou aos seus filhos. Em 2009 recebeu o título de mestre da cultura.

Casa de Cultura Lili Figureira – Rua Roberto Cruz, 40 – Jardim Santo Onofre – (12) 3942-1005

(Por Avelino Israel – Fundação Cultural Cassiano Ricardo)

 Espetáculo “As meninas da Porteira)
Unir a arte circense à cultura caipira, com apresentações humorísticas e musicais. Esta é a proposta do espetáculo ‘As Meninas da Porteira’, que será apresentado pela Cia da Roça nesta sexta-feira (22), às 19h30, na Casa de Cultura Flávio Craveiro, no bairro Dom Pedro I, região sul de São José dos Campos. A entrada é gratuita e livre para todas as idades.

(Foto: Divulgação)

O espetáculo faz parte dos projetos Sexta Encena e Aqui Tem Circo, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, e já foi apresentado em diversas cidades da região, tendo participado da 5ª edição do Festival de Circo, em Taquaruçu (TO). A Cia da Roça existe desde 2017.

Com roupas tipicamente caipiras e ao som de viola e violão, as artistas Isadora Rinelle e Danieli Maimoni interpretam as personagens Dita e Polenta, colocando em evidência a comicidade da palhaçaria. “A proposta é mesclar o caipira com o circo, apresentando números de malabarismo e paródias de modões caipiras”, disse Danieli.

Casa de Cultura Flávio Craveiro – Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I – (12) 3966-1136)

(Por Avelino Israel – Fundação Cultural Cassiano Ricardo)

(Fonte: Site oficial de SJC)

Jornalista, Publicitário, Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de Taubaté. Radialista com passagens pelas emissoras Globo e Capital 1040-AM de São Paulo, TV Setorial (Pindamonhangaba), Rede Difusora de Rádio, Rede Bandeirantes de Rádio. Escritor, autor de "Mergulho, uma proposta de ajuda" (Editora Ave Maria-SP) Produtor artístico, coordenador de eventos. Diretor proprietário da empresa Marcos Ivan de Carvalho ME Diretor do site www.canal39.com.br e da web radio www.radiocanal39.online

CULTURA

CULTURA: Encontro reúne grupos de Canto Coral em Aparecida

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Foto: Ivan Simas

Participantes terão palestra sobre cuidados com a saúde vocal (Por Matheus Andrade)

O Santuário Nacional sediará, no próximo sábado (21), o primeiro Encontro de Corais Litúrgicos do Vale do Paraíba. O evento reunirá oito grupos de canto da região de Aparecida e pretende ser um ambiente de interação e estudo da vocalidade na música sacra.

Com início previsto para as 19h, os coralistas participarão de uma palestra com a fonoaudióloga Karla Pollielo, acompanharão a apresentação do Coral do PEMSA – Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida- e em seguida cada grupo executará duas músicas litúrgicas.

A escolha por uma profissional da saúde vocal para aprofundar a compreensão das melhores técnicas no canto foi feita para destacar a necessidade de atenção com a voz que cada membro de coral deve ter, explica Aquillis Skupien Monteiro, maestro do Coral do Santuário Nacional .  “É muito importante que os cantores tenham respaldo fisiológico para compreender a voz enquanto instrumento e os cuidados necessários para manter a saúde vocal do aparelho fonador.”

Além de Aparecida, as cidades de São José dos Campos, Lorena, Caraguatatuba, Guaratinguetá e Cachoeira Paulista serão representadas por corais no Encontro, que acontece no Auditório Padre Noé Sotillo, no subsolo da Basílica. Nesta primeira edição, a participação foi direcionada por convite a grupos que já mantinham algum relacionamento com o Santuário Nacional.

O Coral do Santuário Nacional, frequentemente procurado por outros grupos par a obtenção de melhores práticas nas suas atividades e acesso às partituras utilizadas, conta atualmente com 35 pessoas. Os ensaios acontecem nas noites de terças e quintas-feiras e a participação nas celebrações na Basílica de Nossa Senhora Aparecida acontece todos os domingos.

O Maestro Aquillis ainda destaca a importância do Canto Coral na Liturgia da Igreja Católica. “O coral tem o papel de auxiliar na evangelização, somos uma ferramenta de Deus. Por esse motivo, temos que nos preocupar com o repertório e também com o som que emitimos. Um coral desafinado ou que canta literalmente no ‘grito’, pode ser muito danoso, pois incomoda os ouvidos e prejudica a celebração. Um coral polifônico deve se preocupar e muito com sua qualidade vocal e sonora, cantar harmonicamente, em consonância, sempre parecendo que todos são ‘um’.”

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CULTURA

CULTURA: Festivale SJC aceita inscrições até 29 de julho

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Cena de espetáculo apresentado no festival do ano passado, no Centro de Estudos Teatrais (CET) - Foto: FCCR - Foto: PMSJC

(por Avelino Israel / Fundação Cultural Cassiano Ricardo)

A Fundação Cultural está com inscrições abertas para o 33º Festivale, que será realizado de 30 de agosto a 9 de setembro, com o tema ‘inquietações cênicas’. Os interessados podem se inscrever até as 23h59 do dia 29 de julho, por meio de ficha eletrônica disponível no site da instituição.

O edital com todos os detalhes também está disponível no site da Fundação Cultural.

Podem se inscrever grupos de teatro de todo o Brasil, com qualquer espetáculo destinado ao teatro convencional, espaços alternativos, de rua e com temática destinada ao público adulto e infantil.

Também podem ser inscritos espetáculos de bonecos, animação, circo, performance e intervenção, garantindo acessibilidade à diversidade de expressões e linguagens.

Dos espetáculos inscritos que atenderem as exigências do edital, a Fundação Cultural selecionará 18 para participarem do festival, sendo até 4 de São José, até 10 de demais cidades do Estado de São Paulo e até 4 de outros estados brasileiros.

O resultado da seleção será divulgado no dia 3 de agosto pelo site da instituição. Dúvidas e informações podem ser obtidas pelo e-mail festivale2018@fccr.sp.gov.br

Curadores e tema

O festival deste ano tem como curadores Atul Trivedi (ator e diretor), Rodrigo Morais Leite (mestre e doutor em artes cênicas) e Fabiana Monsalú (atriz, diretora e mestre em teoria e prática do teatro).

Segundo explicou Rodrigo Leite, o tema deste ano procura conectar-se com uma teatralidade que se preocupa com o debate de diversos assuntos sociais, como o feminismo, a tolerância religiosa e a luta pela igualdade racial no Brasil”.

“A edição deste ano do Festivale não destaca apenas as muitas temáticas que o teatro pode abordar – como política, racismo, homofobia, entre outros –, mas procura renovar, nos próprios artistas, a forma de se fazer teatro, trazendo inovação para a arte.

E arte vem das inquietações das pessoas. Arte é para se expressar”, enfatizou Atul Trivedi.

Valorizar a cultura

O Festivale chega à sua 33ª edição reforçando o objetivo de valorizar a cultura, as artes cênicas e, especificamente, o teatro. Desta forma, a Fundação Cultural, por meio da Diretoria de Cultura e Patrimônio, entende que está contribuindo para o fortalecimento da criação, da produção artística e a integração entre os grupos teatrais.

Além das apresentações dos grupos selecionados, o festival também deverá ter a participação de grupos convidados e a realização de palestras, workshops, oficinas, intervenções e criações. A programação, com todas as atividades, horários e locais de realização está sendo definida e será divulgada em breve.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana

3924-7300

FONTE: SITE OFICIAL SJC

 

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CULTURA

CULTURA E TURISMO: Cunha prepara mais um Festival de Música Caipira Inédita

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Rafael Viola e Dinelson conquistaram o título para Isa Silva com a música “Presente do meu passado”, em 2017 (Foto: Marcos Ivan, Canal39)

Uma das melhores premiações da Região e o valor do ineditismo das obras inscritas são atrativos para muitos compositores se prepararem, com afinco, objetivando marcar boa presença no Festival de Cunha.

Em 2017 “Presente do meu passado”, composição de Isa Silva (de Campos do Jordão), defendida pela dupla Rafael Viola & Dinelson , venceu a edição de nº 5 do Festival de Música Caipira Inédita de Cunha.

Detalhe – Para 2018, com a sexta edição, os organizadores já definiram a data de realização e abrem a possibilidade de participação para compositores a partir dos 12 anos de idade, desde que estejam em conformidade com os itens regulamentares a serem divulgados brevemente.

O Festival de Música Caipira Inédita de Cunha é um dos mais importantes na Região, haja vista o rigor do júri de avaliação das obras inscritas, destacando-se item eliminatório a constatação de plágio, bem como o júri de seleção e classificação, formado por reconhecidos especialistas.

Como é possível perceber, trata-se de um festival que busca divulgar a criatividade dos compositores brasileiros, haja vista ser um evento de caráter nacional.

Os participantes poderão utilizar violão, viola e sanfona, sem demais recursos de tecnologia como playback ou outros instrumentos, quaisquer que sejam.

A premiação, uma das melhores, sempre contempla os dez primeiros classificados, com troféus do 10º ao 6º e prêmios em espécie, além de troféus, do 5º ao 1º colocado.

A realização do Festival é da Associação Viola Caipira em parceria com a Prefeitura da Estância Climática de Cunha; correalização da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

A produção do evento é da APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte, contando com o apoio da CUNHATUR, Empresários do Turismo em Cunha, Rádio Serrana FM, Fernanda Design e Mix Canal39 (web site e rádio web).

Serviço:

6º Festival de Música Caipira Inédita da Estância Climática de Cunha

Dias 15, 16 e 17 de novembro de 2018

Local: Praça da Matriz, grátis.

Inscrições e regulamento: a serem divulgados nos próximos dias.

Informações aos interessados em participar: Maria Cristina Paniza – (12) 99723-9960

Clique aqui para ver Rafael Viola e Dinelson na final de 2017

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MIX39 – Assessoria de Imprensa / (12) 99131-9548 – redator.chefe@canal39.com.br

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