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CULTURA

CULTURA: Começa o 6º Festival de Música Caipira de Cunha – inscrições abertas

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Em 2017 a dupla Pacheco & Chiquinho, de Cunha, ficou em 4º lugar com a composição "BAILÃO E MUTIRÃO", de Francisco Benedito Sales / Alair Neves de Toledo

Setembro já é na vida de todos nós e com ele tem início o tempo de mais um Festival de Música Caipiar Inédita de Cunha. A partir de agora, compositores e intérpretes têm a oportunidade de mostrar seu trabalho criativo e interpretativo num dos mais concorridos eventos da cultura popular regional.

A redação do Canal39 recebeu as informações detalhadas para os interessados em participar deste Festival, o qual acontece em sua 6ª edição, e nós as compartilhamos por este nosso canal de informação sobre Turismo e Cultura.

Além do início das inscrições para o Festival, propriamente dito, destacamos a realização das Oficinas de Música, uma ótima oportunidade para todos que desejam “mergulhar mais” no universo da música caipira.

Eis a nota de lançamento do evento:

“ASSOCIAÇÃO VIOLA CAIPIRA E PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA CLIMÁTICA DE CUNHA

APRESENTAM “CANTA VIOLEIRO- 2018”

OFICINAS DE MÚSICA E 6º FESTIVAL DE MÚSICA CAIPIRA INÉDITA DE CUNHA

Inscrição: 03 de setembro a 03 de outubro de 2018

Período da triagem: 04 a 14 de outubro de 2018

Resultado da triagem: 22 de outubro de 2018

Período para recurso: 24 a 28 de outubro de 2018

Resultado definitivo: 31 de outubro de 2018

Sorteio ordem entrada no palco: 09 de novembro de 2018 às 20h00

Abertura do Festival: 15 de novembro de 2018

Apresentação e pontuação dos inscritos: 15 e 16 de novembro de 2018

Apresentação dos finalistas, pontuação dos finalistas e premiação dos vencedores: 17 de novembro de 2018

EDITAL DE NORMAS 2018

Apresentamos a Sexta Edição do Festival de Música Caipira Inédita de Cunha – “CANTA VIOLEIRO”, tendo como objetivos:

Resgatar as tradições musicais, divulgar e incentivar a criação e a produção de música caipira além de estimular nos jovens o gosto por este gênero musical;
Divulgar compositores e interpretes da música caipira e revelar novos talentos da cultura caipira em âmbito nacional;
Incentivar a música caipira (raiz sertaneja), a confraternização entre músicos e poetas da região e em âmbito nacional, visando resgatar e manter as tradições culturais;
Fomentar a produção, difusão e circulação de conhecimento e bens culturais;
Propiciar lazer cultural gratuito à população de Cunha e aos turistas que nos visitam;
Direcionar o interesse da população à importância da arte como fonte de cultura e lazer;
Reconhecer a importância do trabalho de profissionais, amadores e admiradores da música caipira;
Incentivar o surgimento de novos compositores e músicos, favorecendo a preservação e o desenvolvimento desta cultura popular;
Desenvolver uma identidade musical para a cidade de Cunha como realizadora e incentivadora da cultura popular.
O Festival será realizado sob a responsabilidade de: uma Comissão Organizadora, uma Comissão de Seleção de Inscrições e uma Comissão Julgadora. Todas serão especificamente nomeadas para tomarem todas as decisões sobre o evento.

Nesta 6ª edição do CANTA VIOLEIRO teremos a inclusão das OFICINAS DE MÚSICA CAIPIRA que acontecerão nos dias 15, 16 e 17 de novembro de 2018 no ESPAÇO CULTURAL ELIAS JOSÉ ABDALLA, na rua Dom Lino n º 113 – Centro – Cunha – SP e serão ministradas por profissional renomado (veja informações sobre as oficinas em nosso site). As inscrições para as oficinas podem ser solicitadas no ato da inscrição no festival, de 03 de setembro de 2018 a 03 de outubro de 2018, através do e-mail: violeirosdecunha@hotmail.com ou pelo telefone (012) 3111-2618, ou pelo correio no endereço Rua José Arantes Filho, 87 – bairro Vila Rica – Cunha – SP – CEP 12530-000

PROJETO MUSICAL E CULTURAL “OFICINA DE MÚSICA CAIPIRA”

                                (HISTÓRIAS E CAUSOS CANTADOS)

Na cidade de Cunha, estado de São Paulo, acontece o projeto Violas na Praça que há 8 anos completos vem resgatando o cancioneiro popular e suas “modas” de viola, onde duplas (ou solos ou trios) de violeiros se apresentam semanalmente, aos sábados, no coreto da Praça do Rosário, ou na Praça da Matriz, ou ainda no Espaço Cultural Elias José Abadla –antigo cinema – com o apoio da Prefeitura Municipal de Cunha, da Rádio Serrana, da Cunhatur (associação dos empresários de turismo) e de vários empresários e Associações da cidade, levando ao público seus repertórios que remontam as origens da cidade, assim como novas composições. Essas apresentações, além de preservarem as tradições caipiras, vêm contribuindo com a formação de nossos jovens, fazendo com que compreendam melhor suas origens, seus valores e sua história.

IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO

*A Oficina de Música Caipira, proporcionará aos participantes, maior conhecimento do instrumento “viola caipira”, que é executada no acompanhamento de músicas sertanejas e outros gêneros, sejam elas de raiz ou não.

*Como ter um melhor entrosamento na comunicação do violeiro com o público, performance e postura em palco e cuidado com a afinação do instrumento.

*Conhecimento histórico da chegada do instrumento no país, e a relação com a catira, folia de réis histórias e causos musicados.

*Tipos de afinação. – *Ritmos Tradicionais.   –  *Escolha de repertório ( Temático ou Não ).

*Ensaio do Repertório escolhido para a apresentação no último dia das oficinas.

As Oficinas de Música Caipira, serão ministradas no mês de Novembro nos dias 15,16 e 17 em Cunha/SP, em local a ser definido.  –

O resultado da Oficina de Música Caipira, será mostrado ao público, em apresentação dos participantes no último dia das oficinas.

OBJETIVO GERAL

– Elevar a autoestima dos participantes;   – Estimular a cultura de forma dinâmica;

– Quebrar preconceitos entre as diferentes faixas etárias e níveis sociais, aproximando os participantes;

– Ativar a arte adormecida que existe em cada um e eventualmente descobrir novos talentos;

– Partindo desta experiência, adquirir um olhar mais sensível ao gênero musical;

– Despertar o senso crítico dos participantes;

– Oferecer aos jovens, gratuitamente, o acesso a essa alternativa de lazer, cultura e arte;

– Propiciar um encontro educacional e cultural, troca de novas técnicas e experiências entre os participantes;

– Criar uma oportunidade única de aprender novas técnicas, estimulando a possibilidade de surgimento de novos talentos e afastando nossos jovens das drogas;

– Colaborar no aprimoramento e manutenção na cidade de Cunha-SP da prática e difusão da viola caipira, embasado na fidelidade, originalidade e tradição que concerne o universo deste instrumento;

– Motivar a comunidade à valorização desta vertente da arte, utilizando-a como forma de divulgar nossa cidade fomentando o turismo, através de um vínculo permanente entre a música caipira e a cidade de Cunha.

– Pretende-se levar os participantes que já ingressaram no mundo da viola e/ou do violão a terem a compreensão do uso e do entendimento de equipamentos e dispositivos de amplificação sonora utilizados em palco, buscando aprimorar suas perfomances.

– Pretende-se também, orientá-los desde a escolha das músicas, dos arranjos, dos objetos de percussão, da afinação dos instrumentos, nesse caso, a viola e o violão, até a sua apresentação em palco. Abordaremos aspectos instrumentais e vocais, postura do violeiro no palco. Que este trabalho possa estimular a valorização da viola caipira assim como as músicas caipiras de raiz.

– Constitui uma forma de estímulo para a valorização do instrumento “viola caipira”, da cultura, da história e da música regional.

JUSTIFICATIVA

Dentro dos vários ritmos de nosso país, temos observado o surgimento, constante, de novas canções assim como de novos compositores. Porém, dentro do segmento de música de raiz, ou também conhecida como música caipira, isso ocorre com uma frequência muito menor. Então o que observamos são duplas, ou solo, de cantores interpretando músicas com dezenas de anos e como essas costumam retratar o cotidiano dos compositores, algumas ficam sem significado e muito fora da atual realidade, apesar de serem clássicos e muito conhecidas. É um processo de perda da cultura caipira. A viola caipira sendo peça importante dessa cultura tem que ser mais divulgada entre os jovens aprendizes de música e instrumentação.

Foi o primeiro instrumento musical europeu a desembarcar aqui no Brasil , trazido pelos Jesuítas para o processo de catequização indígena e teve o seu primordial ensino feito através da transmissão oral, de pai para filho , desaparecendo aí a sua prática devido ao êxodo rural provocado pelos ciclos econômicos industriais, interrompendo então a citada cadeia de aprendizado e hoje, após séculos de sua chegada, um dos instrumentos que mais cresce em quantidades relativas, mesmo porquê a música caipira, em termos absolutos, sóperde para a dita música “pop” no que tange a vendagem de fonogramas, segundo estatísticas oficiais das próprias gravadoras.

Ainda mais, poder unir os públicos alvos, compositores/poetas, cantores (duplas ou solos, compositores ou não) e aprendizes, através de belíssimas apresentações de canções inéditas.

PÚBLICO ALVO

As oficinas têm como público alvo:

– jovens aprendizes do ofício de tocar e cantar a partir dos 12 anos, músicos em geral, poetas, escritores, letristas e pessoas interessadas em instrumentos, canto e composição musical, relacionados ao gênero “caipira de raiz”;

– artistas amadores e/ou profissionais da música e de todas as artes;

– jovens estudantes, especialmente aqueles envolvidos em pesquisas no campo musical, do folclore (Catira e Folia de Reis) da cultura caipira brasileira;

– público de classes sociais menos abastadas, usualmente com pouco acesso a arte em geral.

FINALIZAÇÃO

Enfatizamos a necessidade da criação de escolas, núcleos, cursos e oficinas de Viola Caipira como resposta natural e precisa à necessidade de nossa cultura tradicional e do próprio movimento histórico vivo da Música Popular Brasileira”.

 

CULTURA

TRADIÇÃO: Domingo de Páscoa tem muito barro e testamento do Judas em Silveiras

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Conhecida como Testamento do Judas e Festa do Barro, uma tradicional brincadeira marca o Domingo de Páscoa, em Silveiras, município da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte.

(Divulgação)

Dependurado num mastro, Judas permanece até por volta do meio-dia, quando é alvo direto das ações populares.

Antes disso, os moradores e turistas, de qualquer idade, participam de uma verdadeira Festa no Barro. E imaginem quanto barro!

Pelotas são atiradas, alguns se lambuzam no barro e correm para abraçar os mais tímidos, outros, propositadamente se escorregam, “pranchando” no chão para se encharcarem no vermelho da terra úmida.

Por volta do meio-dia, Judas é o centro das atenções.

Antes de passar a virar restos de estouros, uma das pessoas da organização faz a leitura do Testamento do Judas. Já que vai virar “bagaços”, o negócio é repartir o que Judas deixar em testamento.

Durante a leitura, alguns “recados” são dados a personalidades que, de uma forma ou outra, marcaram algum momento da atualidade no cenário local e nacional.

Distribuídos os “bens de testamento”, bombinhas estouram, reduzindo o boneco a frangalhos…

Em tempo: para quem quer ir ver e sentir vontade de participar, importante é lembrar que a roupa usada na Festa do Barro vai ter seu último uso ali… É chegar em casa, tirar os panos e botar no lixo, segundo dizem os que participam do evento. Depois, haja água para aquele banho de tirar barro… Dá para lavar a alma com tanta descontração e alegria!

Quer saber mais? Precisa estar lá, em Silveiras, no Domingo de Páscoa, na Praça da Criança. Aproveite para saborear o bom da culinária tropeira, num dos restaurantes da cidade…

Fica a dica!

(Texto: Marcos Ivan, Canal39)

 

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CULTURA

MÚSICA: Projeto Musical do Santuário recebe visita de renomado maestro

Publicado

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Foto: Thiago Leon

João Carlos Martins visita sede do PEMSA pela primeira vez nesta segunda-feira

Crianças e jovens atendidos pelo Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida (PEMSA), recebem na próxima segunda-feira (22), a visita do maestro João Carlos Martins. O encontro entre o regente e os músicos acontece às 15h, no espaço dedicado às atividades musicais.

“Ouvi falar maravilhas desse Projeto e faço questão de conhecê-lo pessoalmente, pois todas as ações que transformam a vida das pessoas através da música, oferecendo crescimento e orientação, são de meu interesse”, explica o maestro João Carlos Martins.

Esta é a primeira vez que o maestro visita o PEMSA. Na programação, está prevista a apresentação dos atendidos pelo Projeto, bem como do Coral e da Orquestra, formada por jovens e crianças que se destacam nas aulas. Ainda está prevista uma visita às dependências do prédio, inaugurado em 2017.

Implantado em março de 2003, o PEMSA já assistiu mais de sete mil crianças e adolescentes, sendo que muitos seguiram no caminho da música e hoje integram orquestras como Bachiana Filarmônica SESI-SP, Bacarelli, Orquestra de Barra Mansa, Orquestra Filarmônica de Belo Horizonte e bandas das Forças Armadas do Brasil.

Funcionando em um prédio com 17 salas para oficinas teóricas e práticas individuais e em grupo, o PEMSA conta com 50 funcionários e atende, hoje, 600 crianças e jovens, de 7 anos a 17 anos, no contra turno da escola. O projeto tem uma orquestra formada pelos alunos avançados, atualmente com 70 músicos e um coral com 120 integrantes.

(Sala de Imprensa do Santuário de Aparecida)

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CULTURA

RELIGIÃO: Caminhada do Silêncio reúne fiéis no Morro do Cruzeiro em Aparecida

Publicado

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Foto: Thiago Leon

Momento oracional abre atividades religiosas da data, que recorda a Paixão de Jesus (Por Victor Hugo Barros)

Na Sexta-feira Santa (19), católicos de todo o mundo recordam a Paixão e Morte de Jesus. Em Aparecida (SP), a tradição da oração da Via Sacra no Morro do Cruzeiro acorda a cidade com orações e cânticos que recordam os últimos momentos da vida de Cristo. A procissão se inicia às 5h e percorre cerca de 900 metros em uma caminhada até o alto da colina, se encerrando aos pés do Cruzeiro que nomeia o espaço.

A caminhada, de cerca de uma hora e meia, é marcada pelo silêncio e pelo respeito. Para ajudar na reflexão dos fiéis, além das orações próprias deste exercício de piedade popular, 14 painéis confeccionados em cimento pelo artista Adélio Sarro, representam o sofrimento de Cristo no caminho para o Calvário.

O momento reúne aparecidenses e romeiros que realizam o percurso como forma de penitência e recordação dos sofrimentos vividos por Jesus em Jerusalém. Muitos dos fiéis presentes carregam velas nas mãos, representando a luz de Cristo que venceu a escuridão da morte.

Uma tradição de fé – A primeira cruz no alto do morro foi fixada em 1925, iniciando a tradição de peregrinar até este local. Durante a celebração da Semana Santa do ano de 1948, foram inauguradas as capelinhas da Via-Sacra pelo então vigário Padre Antônio Pinto de Andrade. No ano 2000 o local foi remodelado, ganhando a forma de hoje.

Meditação jovem – Também na Sexta-feira Santa, no interior da Basílica de Aparecida, às 9h, os Jovens de Maria, pastoral jovem do Santuário Nacional, meditam os últimos momentos da vida de Jesus. A celebração será inspirada na Via Sacra feita na última Jornada Mundial da Juventude (JMJ), realizada em janeiro deste ano no Panamá.

O roteiro apresenta realidades da juventude e da sociedade atual. Durante o momento oracional, elas serão apresentadas a Deus junto ao sofrimento de Cristo.

Celebrações da sexta-feira – Além da oração da Via Sacra no Morro do Cruzeiro e no interior da Basílica, outras atividades estão programadas para a Sexta-feira Santa no Santuário Nacional. Ao meio-dia, acontece a celebração do Sermão das Sete Palavras, que rememora as últimas expressões de Jesus, quando já estava crucificado. No período da tarde, às 15h tem início a principal cerimônia do dia, com a Celebração da Paixão, seguida, às 16h30, da Procissão do Senhor Morto. A expressão de fé, que acontece ao redor do maior templo mariano do mundo, encerra a programação da data.

Ao longo de toda a sexta-feira são esperados quase 43 mil fiéis.

(Sala de Imprensa do Santuário Nacional)

 

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